Eu Recomendo #14 – Mangás nacionais

mangásnacionaisrecomendoPorque no Brasil tem muita gente de talento também.

Hoje, 30 de Janeiro de 2014 é comemorado o Dia do Quadrinho Nacional – data criada a partir da primeira história em quadrinho brasileira, de Angelo Agostini em 1869. Em 1984 o dia foi acrescentado oficialmente ao calendário nacional e desde então aproveitamos o mesmo para lembrar e apresentar obras que marcaram e que ainda marcam o tão rico repertório de HQs nacionais.

Como todos sabem (ou ao menos eu espero que todos saibam), da mesma forma que todo anime é desenho animado, todo mangá é uma história em quadrinho. E no Brasil diversos autores se utilizam da estética da HQ japonesa para criarem obras que se tornaram ou que ainda buscam o seu devido reconhecimento no mercado nacional. Hoje diversos grupos de desenhistas se mobilizam e criam diversas publicações digitais – como a Conexão Nanquim ou a Mangá Pride – procurando mostrar seus trabalhos para os leitores. Outros possuem o apoio de editoras nacionais como a Jambô ou a JBC (e tantas outras que já tiveram sua parcela de participação) e conseguem ainda mais notoriedade, mesmo que enfrente muito a barreira do preconceito (tanto dos leitores do estilo “americano” quanto dos que admiram apenas os mangás “originais do Japão”).

Por isso, para comemorar a data realizamos essa pequena postagem apontando algumas obras que merecem sua atenção. Seja pela sua história, pelo seu potencial ou pelos dois quesitos juntos. Porque no Brasil também existe mangá de qualidade. Basta dar a sua devida chance para os mesmos.

holy avengerHOLY AVENGER
de Marcelo Cassaro e Érica Awano

O maior ladrão de Arton, Leon Galtran, tem uma enorme recompensa  por sua captura por ter acabado com o tesouro de Sckhar, o Rei dos Dragões Vermelhos. O pior acaba acontecendo e Leon acaba tendo sua esposa assassinada, mas consegue salvar seu filho Sandro, que cresce admirando as atividades de seu pai, que se aposentou por causa de sua perda. Mesmo assim, Sandro parte pelo mundo para ser um ladrão, mas é um atrapalhado de mão cheia, não chegando perto de seu pai. Porém Sandro acaba conhecendo Lisandra, uma druida (uma espécie de meio yokai) da ilha de Galrasia, e a partir desse momento suas vidas vão mudar radicalmente.

Impossível falar de mangás nacionais e não falar de Holy Avenger, título mais conhecido em nosso país se tratando de uma publicação do gênero. Lançado em 1998, usou cenários do RPG Tormenta como background e se tornou um sucesso durante seus anos de publicação, contando com 42 edições, diversos spinoffs, artbooks e reedições. Com roteiros de Marcelo Cassaro e uma arte incrível de Érica Awano – mais aguçada a cada edição – Holy Avenger é definitivamente uma das HQs mais importantes já lançadas no Brasil. Em 2012 a editora Jambô anunciou que publicaria uma edição especial da HQ. Mas bota especial nisso. Com capa dura e tratamento de primeira, a “Edição Definitiva” da obra segue atualmente em seu segundo volume. Para os que não tiveram a oportunidade de acompanhar as aventuras de Lisandra e Paladino, eis a sua chance.

leddLEDD
de J.M.Trevisan e Lobo Borges

A história gira em torno do jovem Ledd, um garoto preso que precisa partir em busca de respostas para seu passado e de várias dúvidas que surgem em sua cabeça em seus constantes pensamentos. A história toma tons de dramaticidade em alguns pontos, misturado com cenas de ação e até pitadas de humor causadas na maior parte das vezes pelo amigo Ripp – que por sinal é um mago que faz seus poderes surgirem através de cabelos. Ao lado da bela Drikka e do ogro Horlogh, Ledd procura a verdade sobre sua misteriosa tatuagem em sua mão direita e todos os poderes que a cercam. Em seu caminho encontrará um obstáculo: o temido Coronel Barba Branca.

Ledd é atualmente um dos melhores quadrinhos nacionais que temos disponíveis no mercado. E não é nenhum exagero. Utilizando os mesmos conceitos de Tormenta que Holy Avenger utilizou, Ledd carrega os roteiros do experiente Trevisan e o traço cada vez mais espetacular do desenhista Lobo Borges. Ledd não perde em nada para grandes publicações do Japão. Uma história que prende o leitor e personagens realmente cativantes são os ingredientes certos para convencerem a acompanhar todo o mangá. A editora Jambô apostou na publicação e hoje Ledd já está em seu terceiro volume encadernado, sendo um sucesso entre os fãs – sejam eles de Tormenta ou apenas do mangá. Ledd ainda apresenta um grande atrativo: pode ser lido gratuitamente no site oficial. Ou seja, não existe desculpas para não conferir o trabalho dessa dupla que merece o reconhecimento.

comborangersCOMBO RANGERS
de Fábio Yabu e Michel Borges

Fox, Ken, Kiko, Lisa e Tati são os protagonistas de Combo Rangers. Cinco crianças selecionadas pelo Poderoso Combo e que necessitam restaurar um pensamento na mente das pessoas: que super heróis existem. Situada em Cidade Nova, super poderes se tornam cada vez mais comuns. Simples atividades como sair ou limpar a casa são feitas com o auxílio de forças especiais que dominam o DNA da população. Com isso, os heróis se tornam esquecidos e dispensáveis, até o maligno Satan Boss decidir invadir a Terra com o Império Domao. Restará aos Combo Rangers se unirem a população para lembrar que os super heróis ainda existem, podendo assim salvar Cidade Nova.

Falar de Combo Rangers é o chamado “chover no molhado”. Muitos cresceram acompanhando a história de Fábio Yabu, seja em sua fase de publicações como webcomic, em suas revistas na JBC ou nas da Panini. Combo Rangers acabou se tornando muito querido por representar de uma forma divertida e leve cinco crianças com super poderes que protegem sua cidade. Com diversas referências a tokusatsus e outros animes antigos, a série ganhou uma nova versão no último ano pela editora JBC através de um projeto viabilizado pelos próprios fãs. “Somos Heróis” marcou a estreia de um Fábio Yabu mais amadurecido e com bagagem de roteirista, e Michel Borges dando uma nova vitalidade para os traços dos Combo. Sejam os antigos quadrinhos ou essa nova versão, Combo Rangers é daquelas leituras que qualquer um, em qualquer idade consegue aproveitar e lembrar da chamada “criança interior”, que está sempre lá escondidinha.

tolls chalengeTOOLS CHALLENGE
de Max Andrade

A história se passa em um mundo como o nosso só que com uma grande peculiaridade: cada pessoa nasce com uma ferramenta. Algumas pessoas nascem com ferramentas especiais, chamadas “série ouro” e não podem viver mais de 15 anos longe delas. Raion é um garoto que nasceu com este tipo de ferramenta especial, mas teve ela roubada quando nasceu, prestes a completar 15 anos terá que lutar para recuperar sua ferramenta se quiser viver.

Max Andrade conseguiu realizar um sonho com Tools Challenge: ser o primeiro mangá nacional totalmente bancado com a ajuda de seus fãs. E isso é um marco que posteriormente acarretou se tornando inspiração para diversos outros autores. Tools Challenge é um mangá de criação do mineiro que se mostra um verdadeiro fã de battle shounen estampado em suas páginas – e que já mostrou seu potencial sendo o ganhador do concurso de one-shot da falecida Ação Magazine. Com um plot bem original e que melhora constantemente a cada capítulo, Tools é atualmente um dos integrantes do projeto Conexão Nanquim, mas que também possui sua “fanbase própria”. Atualmente com 6 capítulos e ainda em andamento, o mangá ainda tem muito chão pela frente. Aguardamos ansiosamente por um lançamento do segundo volume também, e que nosso autor consiga cada vez mais reconhecimento com sua obra. Enquanto isso, também é possível conferir seu trabalho gratuitamente no site oficial.

piratesPIRATES!
de Yuri Landim

A Capitã Marina Justice não é necessariamente um exemplo de capitã para sua tripulação pirata no dia-a-dia. Mas com suas aventuras e seu jeito cômico gira a história de Pirates. Qual será a aventura que nossa Capitã preparará para os novos navegantes?

Criado em 2008 por Yuri Landim, diria que Pirates! é uma das webcomics mais injustiçadas pela chamada “imprensa especializada” de quadrinhos em geral. Contando atualmente com 266 páginas e uma atualização semanal, Pirates! é uma das séries mais divertidas que encontramos hoje no “mercado” nacional. Seguindo uma estética que lembra muito os quadrinhos japoneses e coreanos, a história segue sendo dividida em arcos, com elencos específicos para os mesmos e uma situação de local e tempo para cada um. Tudo muito bem elaborado e que em nenhum momento perde o feeling de aventura cômica sugerido pelo autor. Yuri por sinal é um artista de talento, basta ver seu DeviantArt para ter ainda mais certeza do calibre do garoto. Pirates! também pode ser conferido de graça em seu site oficial.

menor que um terçoMENOR QUE UM TERÇO
de Iuri Kroth

Giórgio é um jovem de 14 anos que sofre de uma rara doença que só acontece a cada 30 anos e só afeta 5 pessoas no mundo: ele não possui um coração. É uma criatura morta andando no mundo dos vivos. Com cabelos brancos e sem a vitalidade de um ser humano, Giórgio é constantemente excluído por sua diferença. Para ele o mundo não tem sentido. Pelo menos não até ele conhecer uma jovem chamada Luana, que diferente de todos tenta se aproximar do garoto e acaba gerando nele um sentimento totalmente diferente. Tudo muda mais ainda no dia que Luana é atacada por uma estranha criatura e Giórgio libera um poder que nem ele sabe que existe: o do verdadeiro Coração.

A última recomendação do dia fica por conta de mais um projeto da revista Conexão Nanquim. Menor Que Um Terço (-</3) foi uma das histórias mais criativas que li nos últimos tempos se tratando de criações nacionais. Com um traço muito peculiar e que segue uma linha bem alternativa, a história de um coração que toma forma é empolgante! Seja na carga de dramaticidade, de ação e até mesmo do clima de romance, o autor cria uma história extremamente agradável e atraente ao leitor – tanto pelo roteiro como pela arte. A série também pode ser lida on-line no site da revista e com certeza você se surpreenderá. Aguardo ansiosamente por mais capítulos da série que com certeza já ganhou um fã de carteirinha.

Dih

Dih

Paulistano, 27 anos, corintiano e fissurado em cultura asiática e pop. Formado em Design Gráfico na FMU. Hoje é editor assistente da Panini Mangás e colecionador compulsivo de quadrinhos em geral.

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  • Sirius Barreira

    Ah, tem mais, viu? Ethora, Victory… E umas histórias bacanas que foram lançadas na revista Tsunamo que, infelizmente, só teve cinco números publicados. Eu gostava das histórias de Kiddy e Mateus. Tinha uma outra revista, que se chamava Os Defensores de Tóquio, que trazia outras histórias bem legais no estilo mangá. E sobre o tópico… Não imaginava que existia tantas histórias em estilo mangá, no Brasil. E o que mais me chamou a atenção é o mangá Pirates! Vou lê-lo!

  • Falou de Holy Avenger e não citou a Niele? :O

    Parabéns, ChuNan, muito boa a iniciativa de falar dos nosso quadrinhos. Só ajeita aquele “Dia Nacional do Quadrinho Nacional” :p Vou dar uma conferida nos indicados. Valeu!

  • Ledd é bem legal, os 3 Volumes que saíram até agora são ótimos. Recomendo, pra quem gosta de Ação, Aventura, Drama, Magias e clima medieval. A série segue uma narrativa muito boa, com simplicidade e de fácil entendimento (como naruto por exemplo) e sem enrolação. Um dos melhores Mangás brasileiros do últimos tempos.

  • Rod Will-Go

    É chatão, mas é o que acho, o dia que os quadrinistas se adaptarem e começarem a simplesmente fazer história em quadrinho brasileira, absorvendo o que vem de fora, mas dando a sua cara, como os japoneses fizeram com os quadrinhos estadunidense aí começarei olhar com mais atenção. Enquanto ficar nesta de “mangá nacional”, sempre vou ver uma barreira para tentar chegar a estória.

    Ps: Não estou falando sobre desenhar o Saci, Mula Sem Cabeça, Homem do Saco…
    Ps 2: Acompanho Ledd! *-*

    • Maycon Cruz

      É realmente complicado isso. Num mundo onde os gêneros comic e mangá estão fortemente enraizados, criar um estilo novo nem é o problema, mas sim torná-lo referencia. Aquele que querer se aventurar, tenha ciência que seu estilo será comparado com comics e mangás toda hora, além de correr risco de ser ignorado. Ah, também recorrer ao Ufanismo exacerbado só espanta as pessoas.

  • Muito massa! Valeu, Chuva de Nanquim. Precisamos muito desse apoio e vocês sabem que fazem toda a diferença para expandir e ajudar esse mercado a nascer e crescer, e assim, consecutivamente, aumentar o nível e a variedade das obras.

  • Ah, voltei porque esqueci de falar: O Iuri, autor de menor que um terço, é um gênio. Só falta criar tipo!

  • Caio André

    Li os dois primeiros pela minha ligação com o RPG e principalmente Tormenta. Combo Rangers nem sei como chegou nas minhas mãos, mas foi muita diversão, agora é hora de buscar os três últimos, que chamaram bastante atenção pelo plot.

  • Pingback: 5+1 Mangás Nacionais pro Dia do Quadrinho Nacional | XIL (shil)()

  • nihalxd

    Parabéns ao Chuva de Nanquim pela excelente iniciativa! É gratificante saber que ainda existem pessoas que valorizam os quadrinhos nacionais, pois, afinal de contas, temos muitos artistas talentosos esperando para serem descobertos! 😉

    Conheço a maioria dos títulos citados, mas o único que acompanhei na íntegra foi Holy Avenger. Os dois volumes relançados recentemente, inclusive, ocupam um lugar especial na minha estante! =D *cofcof e a Niele é a melhor personagem! cofcof*

    Mais uma vez, parabéns pelo post e um ótimo trabalho para toda a equipe do ChuNan! 😉

  • “[…] mesmo que enfrente muito a barreira do preconceito (tanto dos leitores do estilo “americano” quanto dos que admiram apenas os mangás “originais do Japão”).”
    Falou tudo, sir.

  • Binho-kun

    Valeu Chuva de nanquim por me fazer relembrar que nem só de exportação se pode ler HQ’s. Conheço Holy Avenger há muito tempo, na época em que me juntava com alguns amigos para “brincar” de RPG (tínhamos nossas próprias regras e meios de jogar).
    De todas as recomendações, muito me agradou Pirates! e Holy Avenger (ao qual não li continuamente). Valeu! E parabéns aos nossos artistas…

  • Lele-chan

    Ah, agora vou conferir todos esses mangás nacionais! Foi uma boa alternativa vocês publicarem aqui, falando sobre eles. Podem ficar mais conhecidos ou talvez inspirar outras pessoas para que façam o mesmo. Muito bom!

  • Tomara que um dia meu mangá esteja na sessão “Eu Recomendo”, logo estarei lançando ele e tentarei fazer parte da galera da Conequim *—*

  • Sei lá vendo essas sinopses, me parece tudo tão fraco, em enredo (que pra mim é o que mais importa), mas do ponto de vista da arte, me parecem todos bem desenhados. Viver de desenho é dificil no japão, imagina aqui

  • Pedro

    Caras, o “MENOR QUE UM TERÇO” é muuito bom. Quero comprar ._.”

  • Só eu aqui curto Pirates?

  • MENOR QUE UM TERÇO
    ganhou um fãn só por ler a descrição

  • Marcos Correia

    “Genkidama melhor que Chunan”!!!
    A pedidos…
    😛

  • Genkidama não é melhor que Chunan!
    Só pra trolar a trolagem 😉

  • Sennaffogo

    Eu não vim aqui me gabar de nada, mas preciso dizer, ainda mais depois do próprio autor vir aqui agradecer o apoio do ChuNan, que apoiei o projeto do ‘Tools Challenge’ impresso, no Catarse. E ainda consegui arrastar um amigo meu pra ajudar o projeto também.
    Eu gostaria de ajudar mais e estou tentando juntar uma graninha pra comprar o Holy Avenger, que não acompanhei na época. Além destes, depois podemos ver de ajudar os outros. Só acho que está faltando continuidade às histórias, muitas vezes por causa de problemas com editoração….

    Caramba! O traço do ‘Menor que Um Terço’ achei muito parecido com Soul Eater…….xD. Bem interessante.

    @Max, estamos esperando o volume 2 de Tools. o/

    • A resposta para a demora é a mais óbvia possível: Trabalho, dinheiro, vida pessoal e essas coisas. Se eu pudesse só desenhava mangá.

      Além disso tudo, eu participo de outras publicações, enviei um trabalho pro concurso da Shonen Jump, e outro pro da JBC. Isso tudo acaba avacalhando. Mas o Tools tá bem adiantado, e o projeto do volume 2 vem logo logo. E o volume em si deve sair até o meio do ano certamente.

      Obrigado pelo apoio =)

      • Sennaffogo

        @Max, nem quis reclamar de nada se por acaso pareceu isto, longe de mim. Sei que autores brasileiros tem problemas muito piores do que dizem por aí sobre os japas para trabalhar com quadrinhos.
        Espero que você continue firma na batalha, muita gente pareceu gostar do ‘Tools’ e creio vão continuar apoiando. Mas pensei que não estava fazendo nada relacionado a ele, já que não vi mais capítulos no seu site e talz….. Que bom que ele está caminhando. o/
        Te enviarei um e-mail depois, Max. Abração, força, e aguardamos o ‘Tools’ vol.2 =)

  • Ïndigo

    Bom nunca li nenhum desses , mas já ouvi falar muito deles todas com exceção do último ai , e acho que o que me chamou atenção ai foi o Tools chanlenge , pela temática diferente dos demais e por ser mais Battle shounen (Sim sou maníaco Battle shounen , e n consigo ver outros gêneros , jejeje) e pelo traço tb , qt aos demais , bom Rpg n curto , tipo vejo algum ou outro como aquele log horizon , mas as vezes tenho preguiça pq , parecem ser a mesma história , é bem enfadonho , as roupas , ambientação , poderes , histórias , enfim nada contra o gênero ou quem gosta ,mas é algo que me afasta , mas esse um 1/3 ai é bem diferente . E sim sou beem chato com traço e história , pode n parecer por gostar de séries que pessoas consideram , de traços feios , mas é assim , e estranhei n ter o nova ventura , sei lá o traço é beem legalzinho e lembra muito um traço bem japa estilo oda , akira e hiro ~~

    • Sennaffogo

      @Ïndigo, no mínimo estranho, ou eu poderia dizer contraditório, você dizer “bom Rpg n curto , tipo vejo algum ou outro como aquele log horizon , mas as vezes tenho preguiça pq , parecem ser a mesma história , é bem enfadonho , as roupas , ambientação , poderes , histórias” se se os chamados ‘battle shounens’ fogem muito pouco desta premissa, só se diferenciando disto em nomes.
      Ou você vai me dizer que “KI”, “COSMO”, “MAGIA”, “ENERGIA ESPIRITUAL” e “REIATSU” são realmente coisas diferentes??

      • Ïndigo

        podem parecer , mas tem uma mecânica diferente , pegue o cosmo , e pegue o chakra , o chakra pode acabar , e quanto ao nem vish esse tem toda uma estrutura show , e sim o ki , poucos de ki difrem em apenas energia qt ao cosmo o u chakra eles tem outros tipos de utilidades que n energia ~~ e sim uma coisa é a energia , e outra toda ambientação e sim os RPG parecem sempre o mesmo game , e assim é com as histórias , sempre tem um dragão ou monstro maligno ~~ ou algo mágico , o pior é a paridade com a era medieval enfim , mas já deixei CLARO que isso é pessoal ~~

      • Sennaffogo

        @Ïndigo…. nossa cara, seu português tá cada vez pior, não conseguir entender rigorosamente nada do que você quis dizer……..
        Mas pelo menos algo na primeira eu entendi, e sim, a mecânica pode ser realmente diferente, na verdade É diferente, mas todas chegam no mesmo fim. Grande coisa a mecânica dos poderes serem diferentes. E ainda bem que são né?….. Na essência é tudo a mesma coisa.
        Hoje em dia é tudo muito clichê/genérico e diferente do que tu pensas, shounens genéricos/battle shounens são piores ainda, porque eles são gigantes e aí você fica “remoendo o osso” por “um milhão” de episódios pra chegar no mesmo lugar, sempre. O mesmo lugar que todo mundo conhecia desde que a história começou (nada contra “remoer o osso”, pois isto é o desenvolvimento, mas sim contra o “um milhão” de episódios, que dependendo do gôsto de cada um, passa a ser beeeeem chato). O desenvolvimento das histórias é que ainda chama as pessoas para ver este tipo de anime. Então ao menos o desenvolvimento da história tem que ser diferente, e isto passa pela questão dos poderes, cuja única diferença é o nome e a estrutura de cada um.
        É como disse uma vez um amigo meu falando sobre um dos pontos de não gostar de FMA BH: “Senna, o Ed ainda bate palminha e solta lá um poder qualquer?”; eu disse: “é…….. basicamente sim….. a história não mudou mano, o que acontece é que o BH segue o mangá até o fim.”. E tive que dar minha mão à palmatória, pois a alquimia usada é FMA é apenas mais um poder igual a todos os outros, assim como o ‘nem’ de HxH, o que muda em ambos é exatamente o que tu falaste: a mecânica. No fim, é tudo a mesma coisa. Agora se você acha que não, ou não quer enxergar isto, aí são outros quinhentos…..

      • Ïndigo

        Pois é cara a finalidade é mesma(é claro olhando friamente e pensando é apenas para gerar um poder) , mas tem que se olhar as nuances , sim ignorá-las e ver tudo igual ~~

  • Estou gostando de Menor Que Um Terço,só acho que deveria ter um cuidado maior com a revisão dos textos!

    • Sennaffogo

      Ah sim @Antônio, isto de fato é algo muito importante. Boa lembrança.

  • Alguém se lembra da Ação Magazine? Até agora não achei a quarta edição.. e Caras cade as check list??

    • Ação Magazine foi pro limbo das revistas de mangá brasileiro descontinuadas devido a problemas. O número 4 nunca saiu.
      Bem, acontece né?

  • @Sir Max Andrade:
    Ainda quero um figure do Raion como brinde do volume 2 de Tools. Dê seu jeito. 😀

    • Sennaffogo

      LOOOOOL, o Max já teve um trabalhão pra conseguir o mangá, tu ainda queres um figure de um personagem?? O.o hahahahaha
      Bem, se você colaborar com a campanha para o volume 2, pode ser que seu desejo se realize…..xD

      • Pior é que já vai ter mesmo. Leitor de mentes

  • wender

    um dos melhores na minha opinião é pirates!

  • Caras, li o “-</3" e achei simplesmente fantástico.
    No site diz "Leia completo (5 capitulos", mas não consigo acreditar que realmente esteja completo.
    Alguém sabe se continua ou não?? Não encontrei nenhuma informação sobre ele. :/

  • Luk

    Tools Challenge é um mangá muito ruim. Não é nada pessoal e nem ódio gratuito, tanto que o contrário: admiro demais toda a iniciativa em torno disso; o que veio do autor e dos fãs, é tudo muito verdadeiro e não dá para desconsiderar.
    Mas você tem que ser cego e muito mentiroso para negar que esse mangá é ruim: tem traço ruim, enredo ruim. Ruim e esquisito: ler isso chega a dar vontade de comprar a edição impressa e queimar com um lança-chamas.

    Mas enfim… todos os outros mangás parecem ser bem legais. Dei uma lida em Pirates! e gostei muito.

    • Oi Luk, beleza?

      Primeiro, não leve como chatice eu ler todos os comentários e responder quando posso. Faço isso exatamente por que acho legal conversar com o pessoal e por ter interesse no que o pessoal está achando. Feedback é sempre bom. E também entendi que você não está só cagando em cima a toa, senão não responderia.

      Agora, não sei se foi sua forma de falar. Eu acredito que até a qualidade é totalmente subjetiva (sim, técnica também). Portanto, não é correto estabelecer uma relação de valor entre o gosto que temos com o dos outros.

      Eu acho que Tools pode, e está melhorando muito. Não acho que é uma obra prima, mas consigo analisar friamente e também não acho horrível. Algumas pessoas captam o que está sendo passado, outras não. E está tudo bem com isso. Muitas pessoas gostam, e a opinião delas não é menos válida.

      Uma pena não ter te agradado. Dê uma olhada nos meus outros trabalhos, talvez algum possa ser do seu gosto. Até o fim do ano mais algumas estarão por aí por editoras e independentes.

      Obrigado pela sua opinião. =)

  • Por onde posso adquirir Holy Avenger?

    • Sennaffogo

      @rodravaz, pela Jambô Editora.

  • Jessica

    Tools challenge e Menor que um terço são novidade pra mim,vou dar uma olhada agora. Adoro apoiar as publicações nacionais, hol Avenger e Ledd são puro amor, e Pirates! é super engraçado :3

  • KAT

    Esqueceram de falar da Rafe do Daniel Dias… também considero uma ótim a HQ xD

  • Pingback: Tools Challenge começa campanha para impressão do Volume 2 | ChuNan! - Chuva de Nanquim()

  • Deska

    Em relação a quadrinhos nacionais e de romance, um maravilhoso achado foi Inusitado! A arte é magnífica e a história é cativante
    Encontrei por causa dessa matéria, apesar dele não estar na lista

    Dá pra ler aqui
    http://www.inusitadoonline.com/

  • lejes

    menor que um terço é muito massa, ganhou outro fã de carteirinha e espero ansiosamente por novos caps.
    recomendado

  • Pablo

    gosto bastante de ledd e tools chalenge. O arco do Colecionador no Ledd é a parte que eu mais gosto, e tools chalenge eu gosto bastante porque é bem simples. Fora esses tem bastante mangá bom, faltou um que se chamava Gangues, pena que que foi abandonado o mangá. Eu estou tentando fazer uma Hq também, quem se interessar o nome é parrotman
    http://parrotmancomics.blogspot.com.br/