Editora JBC lançará o mangá Nanatsu no Taizai

Nanatsu no Taizai JBCOs Sete Pecados Capitais chegam pela editora JBC.

A editora JBC revelou seu novo título para 2015. Trata-se de Nanatsu no Taizai (Seven Deadly Sin), mangá escrito e ilustrado por Suzuki Nakaba e serializado pela Weekly Shonen Magazine desde outubro de 2012 e que conta no momento com 11 volumes encadernados. É publicado digitalmente pelo Crunchyroll para mais de 170 países, incluindo o Brasil. Agora a versão impressa da série chega pela editora. Ainda não há previsão para lançamento.

Nanatzu no Taizai Volume 1 JBCA série ainda ganhará um anime na temporada de outubro pelo estúdio A1-Pictures e apesar de ter somente dois anos de publicação, já possui um histórico invejável. Com mais de 5 milhões de cópias em circulação, Nanatsu no Taizai ficou inúmeras vezes no top 10 do ranking da Oricon, indicado ao Manga Taishou Awards 2014 e top 20 do guia Kono Mangá ga Sugoi!. Em julho foi revelado que duas novels baseadas no mangá serão publicadas, com previsão para 2015: Shukumei no Nanoka-ka e Sekijitsu no Ōmiyako, Nanatsu no Chikai. Ainda ganhará um jogo – desenvolvido pela Bandai Namco Games – para 3DS intitulado Nanatsu no Taizai Shinjitsu no Enza. O título ainda possui um capítulo em crossover com Fairy Tail, de Mashima Hiro, título também publicado pela Shonen Magazine e no Brasil pela própria JBC.

O Sete Pecados Capitais era um grupo de cavaleiros de Britânia que se desfez após ser acusado de tentar derrubar a monarquia, o Reino de Liones. O exílio e a extinção do grupo se deram pelos guardas do Rei, denominados Cavaleiros Sagrados. No entanto, há rumores de que os membros do grupo ainda estejam vivos. Dez anos depois, a Princesa Elizabeth finalmente descobre a verdade, porém tarde demais para evitar que seu pai seja assassinado e o reino tomado pelos tiranos Cavaleiros Sagrados. A Princesa, então, começa uma busca pelos membros dos Sete Pecados Capitais, a fim de conseguir sua ajuda e assim, tomar o reino de volta.

Dih

Dih

Paulistano, 27 anos, corintiano e fissurado em cultura asiática e pop. Formado em Design Gráfico na FMU. Hoje é editor assistente da Panini Mangás e colecionador compulsivo de quadrinhos em geral.

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  • Neolítico

    Faltou noticiar que a JBC vai lançar também o Enígma, não? 🙂

  • Essa JBC tá querendo o mercado todinho pra ela xD
    mesmo não curtindo a obra, adorei o fato que ela tá vindo pro Brasil.

    • Micael Okamura

      Provavelmente quiseram trazer agora para que certas “Paninis” não fiquem de olho.
      É a JBC combatendo a ameaça dos Titãs e do Basquete que a rival trouxe.
      Só falta Souma.

      • Psé, só falta Souma :3 :3
        Com certeza virá em 2015, provavelmente depois que lançar o anime ;D

      • Souma provavelmente é da Panini em 2015, junto com Nisekoi pois estão na mesma lógica dos últimos lançamentos da série.

      • WJ

        Quero muito Souma pela JBC, mas acho que vai para a Panini…

      • João Gabriel ”jfurt”Freire Furtado da Silva

        Certas Panines?Panines e infinitamente mas profissional do que JBC raramente vi erro de portugues ou de impressao nas obras deles.

  • Pingback: Nanatsu no Taizai: Mangá será lançado pela JBC em 2015!!! | MangaConnection Blog()

  • Rael

    Recomendam?

    • Hawk

      É um shonen muito bom, com personagens carismáticos, uma boa história e um ritmo muito frenético.

    • WJ

      Pra quem curte battle shounen, é um título quase obrigatório. Para quem não curte, vale a pena experimentar, tem um diferencial.

      • Henrique

        Pra mim as únicas falhas desse anime são os personagens “gary Stu” (ou seja, é muito fácil fazer um personagem carismático se você não está disposto a dar quase nenhum defeito a ele, Kirito de Sword Art online é um exemplo disso) e o jeito infantil, típico de Battle Shounen, que não combina em nada com o mundo de “high fantasy” que o mangá propõe.
        Fora isso, Nanatsu no Taizai merece a fama que está ganhando.

    • Mirave

      Cumpre o que promete, é um One Piece 2.0 o que não é ruim, tô lendo o mangá e tá bom.

  • Hawk

    Muito bom
    Pena que meu bolso não curtiu muito, compra certa 😀

  • Vagabundo não perde tempo!

  • Paulo

    Eu só estou vendo o anime e até agora Nanatsu no Taizai não mostrou nada que justificasse tamanho hype, até por isso não tenho interesse, ao menos por enquanto, em colecionar o mangá.

  • Noelle

    O que a JBC não vai trazer pro Brasil? é mais fácil divulgar assim daqui a pouco 😛

    • Rafael

      Acho que ela só não vai trazer títulos decentes, já que a maioria está com a Panini.

    • Sab Morales

      Tem que começar a trazer são outros gêneros. Adoro um seinen, mas um shoujo ou mistério – estilo Gosick – também viria a calhar, já que essas demografias estão as moscas

  • alvez

    Eu sabia q viria, mas não tão rápido o/

    Nanatsu é mt bom, lembro q quando li o mangá li uns 30 capítulos de uma vez so kkkk

    So eu que acho o ritmo parecido com One Piece? (n como plagio) SPOILER tipo, os chapéus de palha chegaram na Grand Line no ep 100. Em Nanatsu eles defendem o reino (q é so o stopim da historia, assim como a entrada na Grand Line é) no capitulo 100. Ainda tem o ritmo q o mangá tem. Kkkkk voei demais ne?

    • Mirave

      Não, você não voou demais para mim ambos são um battle shonen que fazem o que tem que fazer e fazem bem feito. Tem o mesmo ritmo mesmo, eu também li mais de 30 capitulos quando peguei para ler, haha. Mas quando digo mais é mais MESMO em volta de 80 capitulos até o 100. Ele é bom, é genérico, tem um ecchi ali que eu não curto mas da para suportar.

  • Pôxa, já estava na hora disso acontecer! já estou louco para ler esse mangá. 😀

  • Vamos ver como será a produção desse mangá, visto que Crunchyroll já faz uma versão.

  • Micael Okamura

    Ah, finalmente! Quer dizer, não exatamente finalmente…
    De qualquer forma, é estranho este mangá em pouco tempo ter sido anunciado pela JBC, enquanto Magi demorou dois anos para o anúncio.

  • ledneks

    Ainda essa semana conversando com um colega, citei q o mangá tinha chances d pintar por aqui ano q vem e num é q é mesmo e.e

  • MidnightKirito

    Não tem como explicar a sensação de felicidade…
    Ty JBC <3 <3

  • Eu tenho reclamado muito da JBC, afirmando que ela se conformou em séries menores (podem ver meus comentários no post do Love in The Hell). Depois daquele, vieram mais 4 anúncios que de certa forma confirmaram o que eu falava.
    AGEHA: segue a lógica “apelativo de poucos volumes”. (convenhamos, é só um cara enfrentando o destino para poder fazer sexo).
    ENIGMA: mantém aquela pegada dos “jogos mortais” que (na minha opinião) vem dando certo no mercado brasileiro. Porém eu tenho algumas dúvidas, pois ele tem aquele indesejado rótulo de “o Jump sem anime”. E convenhamos, pra um Jump não ter anime, alguma coisa tem de errado.
    STEINS; GATE: melhor anúncio do ano, El Psy Kongroo!. Steins;Gate entra naquele pensamento que eu disse semana passada de que existem muitas séries curtas e infinitamente superiores a Love In The Hell e Ageha. É um acerto perfeito.
    NANATSU NO TANZAI: o battle shounen de anime. Sinceramente, não se se comprarei, mas ainda assim vejo com bom olhos essa tentativa da JBC em trazer um mangá com anime ainda em exibição, que está em alta atualmente (o que prova que ela está de olho no que vem sendo comentado em blog’s e sites) e que ainda está em publicação.
    É um começo para a JBC. Já estava na hora dela peitar um pouco o mercado e Tanzai vem nessa idéia de enfrentar a Panini nos Battle Shounen.
    A Panini não vai deixar barato essas “bombas” da JBC (principalmente Steins;Gate), daqui a pouco estoura algum Jump pelo lado da italiana (quem sabe Souma).
    Da JBC, Kenshin entra em seus últimos volumes, o que abre uma brecha para um relançamento de luxo. Quem sabe não apareça um anúncio de FullMetal no Natal? Ou ainda é sonho?

    • Não esqueça de add junto com Steins;Gate, Zetsuen e Green Blood..
      Panini podia dar o troco com Kokou no Hito, Pluto e Onepunch-Man… pra shounen não sei bem oque sugerir;.. Danshi Koukousei no Nichijou, GTO, Sket Dance, Doubutsu no Kuni, PSI Kusuo Saiki ou Houshin Engi

      • Eu foquei nos anúncios atuais, semana passada eu já tinha falado do Zetsuen e do Green Blood. 😛
        As duas cartadas da Panini pra 2015 é Nisekoi e Shokugeki no Souma, tenho quase certeza disso. Outro que pode surgir na Panini é Tokyo Ghoul.
        Sei que muitos pedem tanto SnS quanto TG pela JBC. Porem tem certas obras que são mais a cara de determinada editora, e infelizmente, SnS e TG me parecem mais Panini.

    • Micael Okamura

      haag: Explicando sua frase “E convenhamos, pra um Jump não ter anime, alguma coisa tem de errado.”. O errado é que Enigma é um mangá cancelado da Jump. Ou seja, a JBC, não sei por quê, vai trazer um mangá incompleto, do qual os japoneses não curtiram e ainda tem um final ruim, inacabado e corrido.
      Provavelmente a JBC deve de estar pensando na boa fanbase que o mangá tem no Brasil, e que se encontra órfã.

      • Hitman Reborn teve uma péssima recepção na sua finalização no Japão… só vejo gente reclamando.. inclusive teve sua publicação cancelada nos States porque não tava indo bem, e apesar de tudo isso aqui no país a Panini consegue vingar com ele. Então talvez quem sabe.

      • Micael Okamura

        Mike Henry: Mas Reborn já era um título famoso. E Enigma não conseguiu nem chegar perto.

      • Nura também foi cancelado e teve 3 temporadas de anime. E tem cada Jump ruim que ganha anime só por causa do selo “Jump” que é de estranhar um mangá de 7 volumes sem animação.
        A minha impressão é que a JBC quis trazer um Jump, não interessa o tipo ou sucesso, eles querem apenas o tal selo.
        Mas dos males o menor, Enigma entra numa lógica que vem dando certo desde Mirai Nikki.
        Agora, Love in The Hell e Ageha ninguém merece.

      • Micael Okamura

        haag: Neste caso, se a JBC quer um mangá com o selo Jump, tem outras opções como Haikyuu, World Trigger ou mesmo Souma. Ou quem sabe num futuro próximo, dependendo do sucesso, eles tragam Boku no Hero Academia

      • Quando lançaram Sailor Moon, durante as entrevistas o Cassius falou que “mangá de esporte não vende” quando perguntaram sobre Kuroko. Acho que por isso podemos retirar Haikyuu! da lista da JBC.
        World Trigger não faz muito a cara da JBC (embora Nanatsu também não). Já Enigma tem essa “identidade JBC”, pois segue um pouco a idéia de Mirai Nikki, Jogo do Rei e Doubt!.

      • Micael Okamura

        haag: “Quando lançaram Sailor Moon, durante as entrevistas o Cassius falou que ‘mangá de esporte não vende’ quando perguntaram sobre Kuroko.” É sério que ele disse isso? Quando?
        Que absurdo! A JBC precisa abrir os olhos.
        Assim como conheço uma penca de gente que compra Kuroko, conheço outra penca que com certeza compraria Haikyuu!
        Vacilo da JBC.

      • Aqui Micael: http://chuvadenanquim.com.br/2014/03/29/cobertura-ao-vivo-da-coletiva-jbc-na-saraiva-megastore/
        Foi no lançamento do Sailor Moon, quando anunciaram YuYu e Prophecy. Em dois momentos ele fala o seguinte:
        1- Quando perguntam de Kuroko (q ainda não tinha sido anunciado na Panini) a resposta foi “mangás de esporte são em sua maioria longos e causam muito prejuízo se não venderem bem.”
        2- Comentaram sobre Ippo e ele novamente disse: “Também quer que o mangá seja lançado aqui, e espera que a Panini publique. O publico não tem mais paciência para comprar títulos tão longos”

      • Micael Okamura

        haag: Obrigado pelo link 🙂
        Mas ainda acho um absurdo o que ele falou!
        Longos eu até entendo, nem eu compraria Ippo.
        Mas que mangás de esportes não vende? Se a Panini trouxer Haikyuu ou Ippo e a JBC falir, aí ele não vai ter do que reclamar!

  • Gabriel

    Haha gostei de ver, acompanhando desde o lançamento e não vai faltar esse mangá na minha estante!

  • seguista

    Bem legal, mas nem vou comprar. Já os outros anúncios Enigma e Steins;Gate ah se vou haha. Saudades de Enigma, pros que nunca ouviram falar deem uma olhada, o único problema é que o final é corrido pq a Jump cancelou.

  • VandersonL

    Que pena!
    A JBC vai estragar mais uma obra, como ela fez com Magi quando mudou os nomes dos personagens. Queria que a Panini tivesse pego Magi e Nanatsu no Taizai, mas a JBC pega tudo que está fazendo sucesso na internet antes de todo mundo.

    Quem começou a ler Nanatsu e ficou desanimado, pode continuar que as última saga foi impressionante.
    Estou viciado em Nanatsu no Taizai!

    • É meu medo em Steins;Gate e Nanatsu.
      Medo que eles tentem “aportuguesar” as coisas. Algumas coisas eles podem deixar em japonês mesmo, já são tão conhecidas pelos fãs que é capaz de apenas render pontos positivos.
      Como o caso do “edeota” que o Excalibur falava no Soul Eater brasileiro, se tivesse mantido o “Baka!” teria sido muito melhor.

      • Micael Okamura

        Imagina o nome do título; Os Sete Pecados Mortais.
        Nossa senhora, vai ser mó ruim!

        • Dih

          Nos Estados Unidos se chama assim (em inglês). No Japão essa é a tradução literal. Não vejo problema nenhum nesse caso. Tirando que é um título muito mais chamativo pra bancas.
          Um dia vocês entendem que o público de bancas é diferente do de internet.

      • Micael Okamura

        Pois é, Dih, acho que vai demorar um pouco para aceitarmos isso daí.

      • Sobre o título eu até concordo com o Dih, essa é a tradução literal, assim como foi Diário do Futuro para Mirai Nikki. Não vejo problemas com isso.
        Eu falo dentro do mangá, coisas como o “Shinigami-sama” ou o “baka” de Soul Eater (q convenhamos, Death Note tem Shinigami e não foi mudado) ou as alterações bizarras de Magi.
        Me desculpe Dih, sei que existem diferenças nos públicos, mas até agora não vi nenhuma resenha positiva sobre Magi, e 90% disso é culpa das trocas na hora da tradução.
        Colocar no título uma tradução literal não tem problema.

      • Citando haag: “Colocar no título uma tradução literal não tem problema”
        Não tem problema, mas oque custa tentar manter o original na medida do possível, Panini ta aew mostrando que consegue fácil e sem perder vendas, muito pelo contrário só ganhando; well, antes tradução literal que adaptação escrota.

      • Mas se pensar os mangás da Panini não tem muito como traduzir: “Um Pedaço”, “Bolas do Dragão”, “Sala de aula de assassinato” ?? Maioria é nome de personagem como Naruto, Toriko, Sankarea.
        E bom, aquele “O basket do Kuroko” ficou bizarro suficiente mesmo sendo apenas legenda.

    • Keima Kaname

      Eu, particularmente, acho que a tradução dos nomes em Magi foi algo bem pensado pois recupera a referência a Mil e Nma Noites, o que não aconteceria utilizando a “niponização” dos nomes originais. Não é necessariamente porque se está acostumado com os nomes vistos em scans que o utilizado pela editora está errado, muito pelo contrário.

      • Micael Okamura

        Keima Kaname: Mas o negócio é que algumas traduções e adaptações ficam Bizarras. Shinigami-Sama eles poderiam ter traduzido para “Senhor Deus da Morte”, que é o termo correto. Dr Morte ficou bem ridículo.
        E Império Huang fica meio descaracterizado, podiam manter o nome “Kou” que fica mais fácil de lembrar e é mais simples.
        O problema da JBC é que diferente da rival Panini ela não tem um glossário, e aí como é que fica?

      • Keima Kaname

        Micael, tratando-se de Soul Eater, a editora preferiu utilizar Dr. Morte não só pelo motivo que você apresentou para Huang, mas também pelo fato de que, em nossa “cultura”, a caracterização da “Morte” é o que mais lembra um Shinigami, sendo uma boa escolha para substituir o termo japonês. O “doutor” foi colocado como uma forma de respeito e autoridade que pudesse substituir “~sama”, visto que “senhor” assemelha-se mais a “~san”.
        Voltando a Magi, não acho que o império Huang fica descaracterizado, pelo contrário, isto cria uma referencia à história em que a autora se baseou, igualmente aos nomes dos personagens, o que seria perdido caso mantivessem o nome dos personagens que foram usados no Japão.
        De qualquer modo, apoio a tradução da JBC em relação às referências dos contos originais e não acho que deve-se criticá-los só porque scans da internet utilizaram as versões japonesas dos nomes.

      • @Keima.. entendo sua lógica, mas ainda sim não consigo preferir adaptações ao original… remover honoríficos, alterar nomes,… podem descaracterizar algumas “cenas” ocasionando outras adaptações inevitáveis; sem contar que quando o leitor for atrás do anime, LN… não se sentira confortável com a diferença das mudanças, ou frustante para quem já conhecia antes da publicação nacional. Well, acredito que a maioria concorde comigo, ao menos nunca vi ninguém reclamando da Panini manter os originas, glossário, notas, honoríficos… é até menos trabalhoso que ficar se remoendo para encontrar uma boa adaptação dentro do contexto. ~Chuvadenanquim post top coment, galera de respeito trazendo muitas discussões saudáveis ^^

      • Keima Kaname

        Mike, também entendo o que quer me passar, e não digo que concordo com mudanças que prejudiquem a leitura ou que estejam fora de contexto, além de concordar com a manutenção dos honoríficos, mas, com relação a Magi, não usaria o termo “mudar” o nome, mas sim “utilizar” sua versão na língua portuguesa, supondo eu que a versão da Ohtaka utilize a transcrição japonesa da original. Logo, não vejo muita base para se contrariar, e não acho que traduções feitas online, por si só, tenham base suficiente para fazê-lo, além do que, nada garante que quem traduzir já tenha lido os contos originais.

    • myjoboji

      Realmente as traduções/adaptações que a JBC tem feito em Magi foram bem desastrosas. Não consigo entender a lógica deles por mais que seja colocado e defendido, pois p mim o mangá é japonês, mesmo que se utilize um contexto da cultura chinesa ou outra qualquer na obra, ainda assim é japonesa. Quem acompanha a obra nas raws japonesas nunca viu uma vez sequer o tal império Huang ou tal do Bailong, então creio que foi um erro da editora converter os nomes dessa maneira. Além disso, creio q o motivo dela ter trazido esse mangá foi a grande fanbase que ele tinha, ou seja, não era uma mangá desconhecido que veio tentar a sorte, mas sim uma obra que já tinha um certo público em mente onde este ansiava muito por sua publicação no Brasil, mas q em nenhum momento imaginou q haveria essa descaracterização com troca de nomes. O anime mesmo seguiu totalmente o mangá, quem não se lembra do Ren Kouen e do Ren Hakuryuu com as suas vozes maravilhosas? Enfim, cada um tem seu gosto e preferência, mas a editora tem q ter em mente tb q as vezes isso pode fazer perder público, ou melhor, “clientes” já que os fãs são vistos apenas como tal pela mesma, como no meu caso, o q é uma pena para ambos os lados…

      • Micael Okamura

        Pois é, se fosse um manga desconhecido poderia até ser aceitável, mas poxa, eu quando li, quase não reconheci o Império Kou ali, pois tinha um Huang no lugar do nome.
        Acho que isso realmente foi um erro de adaptação

      • João Gabriel ”jfurt”Freire Furtado da Silva

        E quem nos garante que o nome ”original” em japones nao foram traduzidos do idioma arabe,para o japones??Afinal os personagens em questao nao sao de origem japonesa,ja pararam para pensar?

  • ícaro Vinicius

    Vou comprar todos os volumes lançados (tô viciado nesse mangá).

  • Nenhum dos novos mangás da JBC para 2015 me empolgaram, pelo menos os dois últimos desse ano foram ótimos: Green Blood e All you need is Kill

  • Arnon

    A JBC está me falindo. Só falta ela começar a trazer o Saintia Sho. aí meu salário todo vai embora.

  • Aparecido

    Muito legal! o primeiro a assistir é eu