Eu Recomendo Especial – Os melhores animes de 2016: Inverno e Primavera

eu-recomendo-especial-2016-inverno-primaveraMais uma vez a lista que você tanto aguardou!

Estamos naquela época do ano que estamos digerindo as festas que se passaram, aguardando o Carnaval e esperando tudo o que há de realmente novo começar. Seja no trabalho, nos estudos ou na vida pessoal. O novo ano chegou e isso significa que as postagens especiais para ‘finalizar’ 2016 finalmente podem começar. Em 2016 tivemos um daqueles anos que será lembrado por causa dos inúmeros problemas, mortes de pessoas bem conhecidas e que nos marcaram, mas que foi muito bem em relação à animação japonesa. Toda temporada tivemos pelo menos um anime acima da média e que foi comentado pela maioria dos fãs. Épocas do ano que já são conhecidas por serem mais fracas acabaram surpreendendo e muita coisa incrível acabou aparecendo do nada. Isso tornou esta lista ainda mais difícil de ser feita.

ATENÇÃO:  Essa postagem não é um top, é uma lista dos animes que eu recomendo, como o próprio nome da coluna diz.

É provável que muitos animes bons acabem ficando de fora, ou seja, muita coisa que vocês curtiram! Mas isso não é algo ruim, muito pelo contrário! A área de comentários está ai para vocês preencherem e completarem essa lista – mas sejam educados. De qualquer modo, teremos também um post de menções honrosas. Outro toque vale ser dado é: não estamos contando animes que foram continuações – o ano foi tão bom que prefiro recomendar aquela experiência que você não precisa caçar ou entender o que aconteceu anteriormente. Isso provavelmente inclui você, fã de JoJo.


INVERNO

A temporada de inferno (com “f” mesmo) dessa vez foi incrivelmente boa, com bastante diversidade e animes que eu não dava absolutamente nada pela sinopse, mas que surpreenderam e foram bem divertidos de se acompanhar.


sekkou-boysSekkou Boys
Gênero: Comédia
Número de Episódios: 12
Estúdio: LIDENFILMS
Obra Original

Miki Ishimoto não poderia se sentir mais sortuda em seu primeiro dia de trabalho, afinal de contas ela imediatamente já recebe a tarefa de gerenciar uma nova banda idol da agência Holbein Entertainment Co. O grande problema é que o grupo não é muito convencional e são bem pesados, literalmente. Os Sekkou Boys, ou rochosas, é um grupo formado por 4 esculturas greco-romanas conhecidas, St. George, Marte, Hermes e Medici e cabe a Miki ajudá-los com todos os problemas que o show bussines pode trazer (e também carregá-los de um lado para o outro, afinal são estátuas).

Só mesmo o Japão para trazer algo tão louco como Sekkou Boys e tornar isso realmente divertido, engraçado e esquisito. É um anime de paródia que trata a coisa mais normal do mundo um grupo de estátuas cantando, sendo que episódios mais pra frente vemos essa ideia ser elevada ao máximo. Literalmente. Também é divertido lembrar que a campanha de marketing do estúdio acertou em cheio, com vídeos live action das rochosas, “action figures”, dakimakuras e entrevistas onde levavam o grupo para comentarem sobre o anime.


kono-subarashii-sekai-ni-shufuku-woKono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo!
Gênero: Comédia, Aventura, Fantasia
Número de Episódios: 10
Estúdio: Studio Deen
Baseado em Light novel

Após morrer da maneira mais patética possivel, Kazuma Satou se encontra em uma espécie de purgatório sentado diante de uma linda Deusa com uma personalidade terrível chamada Aqua, esta oferece uma grande oportunidade para o garoto: Ir para o céu, um lugar que ela diz que é chato ou reencarnar em um mundo de fantasia que todo jogador de videogame sonharia, com um item bônus que ele poderia escolher. Após bastante tempo pensando em qual item ele levaria, Aqua começa a perder a paciência e não para de ofender o rapaz, que por vingança resolve levar a deusa como item bônus. Só que rapidamente ele percebe a burrada que fez, afinal de contas ela é completamente inútil e não pode ajudá-lo em nada. Como ele vai conseguir derrotar o Rei Demônio se nem ao menos ele tem um lugar para morar?

Ok, eu confesso que fui para esse anime com um preconceito enorme, afinal de contas era mais uma história onde o protagonista Neet vai para um mundo mágico de videogame e ali ele se torna o “fodão” que consegue voltar a ter vida social e vira o centro das atenções. E esse anime é basicamente nada daquilo que eu pensava que seria. É uma história muito divertida e com um grupo de personagens engraçados e quebrados ao mesmo tempo. O grupo do Kazuma tem uma maga que pode conjurar a magia mais poderosa do mundo, mas que conta com uma reserva de mana tão pequena que ela só pode usar esse poder uma vez; uma paladina extremamente masoquista que adora receber ataques de seus inimigos; e a Aqua, uma Deusa que possui status altos em todos os quesitos menos em sorte e inteligência. É a minha comédia favorita do ano.


bubuku-burankiBubuki Buranki
Gênero: Ação, Sci-fi
Número de Episódios: 12
Estúdio: SANZIGEN
Obra Original

Bubuki são armas dos mais variados tipos e formas que possuem uma mente própria, a capacidade de se unir através de um coração e formar um grande Buranki, uma espécie de mecha. Azuma Ikki e sua irmã cresceram com seus pais em uma ilha voadora que era o refúgio de uma grande quantidade de burankis adormecidos, mas após um acidente, Azuma e sua família precisam deixar a ilha e sua mãe para trás. 10 anos depois, o garoto descobre que é portador de um coração bubuki e precisa partir em uma jornada com seus novos companheiros para voltar a ilha onde sua mãe está.

A sinopse ficou acabou mais confusa do que o anime realmente é. Bubuki Buranki é uma daquelas histórias divertidas e sem compromisso, onde você acaba assistindo um episódio e nem percebe o tempo passando. A animação é toda em um CGI 3D muito bem feito, diferente do que foi produzido em Berserk. Nesse o que é passado na tela não incomoda e nem te faz reclamar do rumo que a animação japonesa está tomando.


shouwa-genroku-rakugo-shinjuuShouwa Genroku Rakugo Shinjuu
Gênero: Drama, Histórico
Número de Episódios: 13
Estúdio: Studio Deen
Baseado em Mangá

Em 1970 um prisioneiro foi libertado da cadeia por bom comportamento. Ele é chamado pelos outros de Yotarou, um termo que significa “anti-herói” ou “homem estúpido”. Ao sair da prisão ele sabe exatamente onde irá em primeiro lugar, ele vai atrás do mestre Yakumo, um contador de histórias tradicional que realizou um show filantrópico quando Youtarou estava na prisão. Fascinado pela performance da história chamada “Shinigami”, ele está determinado a se tornar aprendiz de Yakumo que, para surpresa de muitos, o aceita como seu aprendiz.

Existem animes bons desse ano e existe Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu. Eu entendo quem não tenha gostado, mas para mim nenhum supera esse em questão de enredo. Rakugo é uma arte tipicamente japonesa onde uma pessoa vai fazer uma performance para um grupo contando uma história de comédia. Esses contos normalmente são longos e realmente não achei que o diretor teria coragem de passar eles inteiros… mas não! Ele fez o Rakugo da maneira tradicional, sem cortar os contos e sem colocar efeitos para dramatizar a cena. São minutos onde tudo para e vemos um personagem geralmente sentado em seus joelhos interpretando uma história. Só por causa disso já torna esse anime um ponto fora da curva, apesar de que não cheguei a rir dos contos, foram no máximo uns 2 que eu realmente achei engraçado. Mas ele se destaca também na qualidade da narrativa, onde conhecemos toda a jornada de amizade do Yakumo e do Sukeroku, dois rapazes de personalidades bem diferentes e toda a dificuldade em sobreviver a base do Rakugo. Todo esse mundo, ainda mais por se passar em um Japão entrando na primeira guerra, me deixou grudado na cadeira e sempre me fazendo querer ver mais.


boku-dake-ga-inai-machiBoku dake ga Inai Machi
Gênero: Mistério, Sobrenatural, Psicológico
Número de Episódios: 12
Estúdio: A-1 Pictures
Baseado em Mangá

O esforçado autor de mangás, Satoru Fujinuma, é assolado por seu medo de se expressar. No entanto, ele tem uma habilidade sobrenatural em que é obrigado a prevenir mortes e catástrofes, sendo enviado ao passado antes do incidente ocorrer e o repetindo até que o mesmo seja prevenido. Um dia, ele é envolvido em um acidente em que o próprio é o assassino. Desesperado para salvar a vítima, ele manda a si mesmo de volta no tempo e se vê como estudante um mês antes da colega de classe Kayo Hinazuki desaparecer. Satoru embarca em uma nova busca: salvar Kayo e resolver o mistério por trás de seu desaparecimento.

Se você já assistiu esse, vamos ser sinceros que não foi lá um grande mistério, todas as cartas estavam na mesa e não era tão complicado saber os maiores twists da história. Ainda assim foi um anime que eu gostei bastante de assistir. Eu já tinha lido boa parte do mangá, mas o ritmo da narrativa era bem mais lenta do que a sua contraparte animada. Fora que esse foi, sem dúvidas, o mais comentado e assistido em janeiro e que vale a pena ser conferido! (Também adoro a mudança que fizeram a abertura em certa parte da história.)


ajinAjin
Gênero: Ação, Mistério
Número de Episódios: 13
Estúdio: Polygon Pictures
Baseado em Mangá

Ajin são humanos que não morrem. 17 anos atrás eles apareceram em um campo de batalha na África. Desde então, mais de seus tipos foram encontrados dentro da sociedade humana. Pela sua rara aparência, o governo irá pagar uma generosa recompensa para quem capturar um, para fins de experimento. Nos dias atuais, o que um estudante do ensino médio esperava ser apenas umas férias de verão normal, acaba tomando sua vida para um rumo inesperado…

Depois da boa recepção de Knights of Sidonia do público comum (porque os otakus caíram matando por ver uma animação diferente do que estão acostumados), o Netflix investiu em Ajin. E olha… que investimento primoroso. A animação está ainda mais fluída do que em Sidonia, e se você não tem nenhum tipo de frescura com novas técnicas vai aproveitar demais. Além do mais, Ajin é sensacional! Parece que no anime aprimoraram pequenas coisas que estavam erradas no mangá e isso o tornou ainda mais fluído, empolgante. Olha, vale muito a pena ver lá no Netflix. Ah, e a dublagem ficou maravilhosa! Animes vivem!


PRIMAVERA

A primavera de 2016 trouxe uma variedade bem interessantes, onde algumas cumpriram bem o seu papel e outras decepcionando. Mas tudo bem, o que vale é que conseguimos animes que com certeza merecem ser indicados pra todos.


joker-gameJoker Game
Gênero: Drama, Histórico, Militar
Número de Episódios: 12
Estúdio: Production I.G
Baseado em Novel

Em 1937, antes da Segunda Guerra Mundial começar de fato, o Tenente Coronel Yuuki do Exército Imperial Japonês forma a “Agência D”, uma tropa de inteligência sobre seu comando e tutela. O comando do exército designa o Tenente Sakuma para observar a performance da unidade. A Agência D molda uma ampla rede para encontrar agentes além dos que fazem parte do exército japonês e Yuuki estabelece os princípios da Agência D, que vai contra a doutrina do IJA: “Não mate, não seja morto, não seja capturado”. Com isso, Yuuki treina um time de agentes que conduzem missões contra poderes nacionais e estrangeiros.

Joker Game sofreu uma tremenda retaliação pela narrativa escolhida pelo roteiro, uma história onde normalmente cada episódio fecha seu arco narrativo em nele mesmo e é focado em agentes diferentes da Agência D. Não me importei já que gostava do roteiro e estava acostumado com esse estilo narrativo com séries americanas, mas confesso que o elenco inflado de personagens fez com que nenhum deles se destacasse ou ao menos fosse memorável. Mesmo assim, a série consegue a ser muito boa e prender você em todos os episódios.


boku-no-hero-academiaBoku no Hero Academia
Gênero: Ação
Número de Episódios: 13
Estúdio: Bones
Baseado em Mangá

Como o mundo seria se 80% da população manifestasse superpoderes extraordinários chamados “Quirks” aos quatro anos? Heróis e vilões batalhariam por todos os lados! Se tornar um herói significaria aprender a usar seus poderes, mas onde você iria estudar? U.A. High’s Hero Program, claro! Mas o que você faria se fosse um dos 20% que nascem sem Quirk? O estudante Izuku Midoriya que ser um herói mais do que qualquer coisa, mas não tem um resquício de poder em si. Com nenhuma chance de entrar na prestigiosa U.A. High School para heróis, sua vida está se tornando mais e mais em um beco sem saída. Até que um encontro com All Might, o maior herói de todos, lhe dá uma chance para mudar seu destino.

Boku no Hero Academia segue o básico do estilo shounenzão. Você vai identificar que a maioria dos arcos narrativos que aparecem na história já apareceram em outros mangás, mas o autor trabalha tão bem esses clichês que você se apega tão forte aos personagens que não consegue mais parar de ver. É um daqueles animes que me lembraram o quanto eu gosto desse tipo de coisa e como eu posso me apegar a um protagonista como o Midoriya.


re-zero-kara-hajimeru-isekai-seikatsuRe:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu
Gênero: Ação
Número de Episódios: 25
Estúdio: White Fox
Baseado em Light Novel

Subaru Natsuki é um estudante comum do ensino médio que se perde em um mundo alternativo, onde é resgatado por uma bela garota de cabelos prateados. Ele fica perto dela para devolver o favor, mas o destino da menina está mais sobrecarregado do que Subaru pode imaginar. Inimigos atacam um a um, e ambos são mortos. Ele então descobre que tem o poder de voltar da morte, de volta para o tempo em que ele veio pela primeira vez a este mundo. Mas só ele se lembra do que aconteceu desde então.

Facilmente a maior febre do ano, Re:Zero mostra que fazer seu protagonista sofrer é uma coisa bem legal e ainda causou mais uma guerra das waifus entre os fandoms! O roteiro é aquela montanha russa de qualidade, tem episódios excelentes que poderiam facilmente ser considerados um dos melhores do ano, e também tem aqueles que são péssimos e que só se salvam pelo twist no final. Um grande exemplo disso é o primeiro episódio que possui 40 minutos de duração. A primeira parte dele é muito chata, mas toda a segunda parte me fez continuar assistindo o anime pelos 25 episódios seguintes.


koutetsujou-no-kabaneriKoutetsujou no Kabaneri
Gênero: Ação
Número de Episódios: 12
Estúdio: WIT Studio
Obra Original

No país insular de Hinomoto os seres humanos se escondem em fortalezas, chamadas de estações, para se protegerem dos ataques de zumbis com corações de aço conhecidos como “Kabane”. Nesse mundo steampunk a luta pela sobrevivência rege a sociedade e somente locomotivas blindadas, conhecidas como “Hayajiro”, circulam pelo mundo exterior das estações.

Apesar de claramente ter uma queda na segunda metade, ainda posso dizer que Kabaneri foi um dos animes mais divertidos do primeiro semestre. Tanto que lhe rendeu diversos prêmios pelo Japão, entre eles o de melhor anime pelo NewType Awards – pra melhor anime eu acho demais, mas né? Gosto de japoneses é assim mesmo. O fato é que o anime bebe muito do sucesso de Shingeki no Kyojin e mescla com zumbis. O que pode dar errado? Pior que no começo realmente seguia fórmulas incríveis, lembrando até obras conceituadas como “O Perfura-Neve”, por exemplo. Como eu disse, não é o melhor anime do ano, mas se você gosta de um bom anime de ação, com certeza vai conseguir aproveitar bastante Kabaneri. E uma nova produção deve chegar em breve.

Luk

Luk

Eu juro que gosto de animes, apesar de todo o meu haterismo.

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  • Krauser Hellclown

    A grande maioria dos títulos que recomendou eu já tinha assistido, com exceção dessa obra chamada Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu que eu pretendo ver futuramente. Gostei muito de Ajin, Boku no Hero e Re:Zero. Assisti ainda Koutetsujou no Kabaneri – que não me agradou tanto, principalmente a segunda metade que estragou tudo o que tinham construído de bom até ali – e Eraser, que não achei lá essas coisas. Mas foi uma boa temporada, com grande variedades de titulos e diferentes gêneros também.

    • Cris R.

      Uma pena que vc ache isso. A segunda metade de Kabaneri salvou o anime, na minha opinião. A primeira metade teve uma construção de mundo muito boa, concordo, mas eu não teria achado muito proveitoso se o anime não partisse para um enredo mais palatável (com um objetivo claro), sem ser só aquela coisa de “vamos pra próxima estação”. Tanto que, por algum tempo, dei o anime como dropped e mais tarde mudei de ideia. Kabaneri pedia por lutas mais elaboradas, mais emocionantes e foi isso mesmo que o anime entregou na parte final. Gostei muito da participação do personagem Biba, apesar de ele ser detestável ao mesmo tempo xD. De qualquer forma, eu me apaixonei pelo lore de Kabaneri, que considero inclusive superior aos de Shingeki no Kyojin e Guilty Crown, animes semelhantes na proposta.
      E Erased funcionou quase perfeitamente até o episódio 10. Mesmo com um enredo tão previsível, é inegável que era divertido e possuia uma ambientação ótima. Inclusive, o primeiro episódio da série foi o meu preferido do ano entre os animes que assisti. Só que aí resolveram mandar tudo por água abaixo e fazer um final ridículo, infelizmente. De qualquer forma, ainda recomendo fortemente até o episódio 10.

  • Cris R.

    Na sinopse de Showa Genroku Rakugo Shinjuu vc disse “1970” e depois, nos comentários, colocou “Japão entrando na primeira guerra mundial”. Corrige isso lá.
    Ademais, ótimo post de recomendações novamente. Só torço o nariz com Sekkou Boys, realmente não é pra mim. xD

    • Luk

      Não tem o que corrigir, o anime se passa em 2 momentos.

      • Cris R.

        Oh, desculpe. Achei que tinha errado. Como eu não assisti, não tinha como eu saber mesmo.

  • Não entendo realmente como tem poucas pessoas que curtiram Joker Game? Ele é um anime muito bom, com uma narrativa muito interessante.
    É meu segundo anime favorito depois de Nejimaki Seirei Senki (embora eu entenda que muita gente não gostou de Nejimaki por ter uma animação não muito boa, mas FODA-SE isso, o roteiro é bom).
    Kabaneri eu gosto da primeira parte, a segunda teve uma queda de qualidade muito grande. Ao menos, com o novo animes, podemos esperar que os produtores criem algo mais coeso e divertido.
    E Re:Zero dispenso comentários. Um anime regular, se posso dizer, onde o protagonista era um bipolar total que hora você o amava, hora você o odiava, a Emilia coitada ficou quase que inútil o tempo todo, Rem também era uma bipolar que até hoje não sei se ela era mocinha ou heroína (já escrevi um post sobre o porque acho isso) e vários episódios bons e outros terríveis, e o quanto nos tornamos sádicos ao assistir a esse anime. :v
    Sou suspeito de falar, mas eu colocaria Bungou Stray Dogs, embora eu entenda que tenha gente que não curta este anime pelo sue protagonista e por ele ter muita comédia.

  • Lourival Bogéa

    Gosto muito dessa coluna, por aqui que escolho que vou ou não assistir… continuem com o grande trabalho.