Review – Chobits, de CLAMP (Volume 1)

Review - ChobitsSerá Chii uma Chobits?

Durante o evento Henshin+ mais um título já lançado no passado pela editora foi anunciado, desta vez é o relançamento de Chobits, de autoria do grupo Clamp. O mangá começou a ser distribuído em bancas no último dia 21 de maio em distribuição nacional.

O mangá foi publicado originalmente na revista seinen Young Magazine em 2000, sendo compilado em um total de 8 volumes. O título já foi publicado anteriormente no Brasil pela mesma editora em 2003 no total de 16 volumes meio-tanko. Chobits é uma obra marcante, não só por trazer todo o repertório do já conhecido grupo Clamp, mas por ser de um estilo diferente dos trabalhos habituais das autoras, conhecida pelos trabalhos na demografia shoujo, e pelo tom crítico à sociedade japonesa.

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A HISTÓRIA

A história de Chobits acontece em uma sociedade futurista, no futuro imaginado do começo dos anos 2000, uma sociedade que mudou com a chegada das Persocoms, robôs humanóides que podem realizar múltiplas tarefas e contam com as mais diversas aparências. Neste mundo avançado é onde vive o jovem vestibulando Hideki Motosuwa, morando sozinho na cidade de Tóquio, sem a ajuda dos pais, ele trabalha para se sustentar e se preparar para o vestibular, mas estar na capital lhe deixa em contato constante com tecnologias avançadas e seu maior desejo é ter sua própria Persocom.

Certo dia voltando para casa Hideki encontra uma Persocom jogada no lixo e decide levá-la para casa, afinal se tinham haviam descartado não teria problema pegar, teria? E nesse momento que a vida de Hideki muda, ele queria ter uma Persocom só que não tinha conhecimento básico sobre o funcionamento, até mesmo para ligar teve seu grau de dificuldade e foi neste momento que o toque ecchi da história começa a aparecer e Chii começa a funcionar.

Na manhã seguinte Hideki consulta um livro sobre o básico de Persocoms e resolve explorar as especificações da Chii e, ao verificar, não encontra nada sendo que para funcionar ela deveria ter um sistema operacional, caso contrário o programa deve ser reinstalado ou um novo comprado, mas ela foi encontrada na rua e ele não tinha dinheiro para tal programa, fazendo de Chii uma adorável Persocom burrinha, que aparantemente funcionava sem ter um sistema operacional.

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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS

O início de Chobits nos apresenta esse mundo futurista desatualizado, já que comparando aos dias atuais o grande avanço são as Persocoms, os demais elementos da sociedade que vão sendo mostrados são muito parecidos com o que mundo era nas últimas décadas, principalmente naquele período de difusão da internet e dos celulares na sociedade, onde se via muito potencial e havia muita imaginação, é uma obra que tem seu próprio tempo.

Hideki retrata muito bem a figura do estudante vestibulando, que estuda, trabalha e tem um sonho no mundo que está se apresenta à ele, podendo ser comparado ao Keitarô Urashima de Love Hina e tantas outras obras que trazem esse ambiente como fundo e que no final acaba ficando mais de lado. Já na Chii podemos ver o início da crítica à sociedade individualista e de objetifcação por ser uma Persocom que quebra as regras da sociedade, já que Persocoms tem amplos conhecimentos, podem ser compradas, reconfiguradas, reiniciadas e está alheia a vontade de seu comprador, mas Chii precisa ser ensinada para aprender sobre tudo.

A história não se concentra apenas em Hideki e Chii, ao mostrar seus amigos e pessoas com quem se relacionam constatasse que a “cultura Persocom” está impregnada na sociedade. Seu amigo Shinbo é um entusiasta de Persocoms, um otaku no assunto, e possui  a sua notepersocom, um persocom portátil, chamada Sumomo com a qual tentou analisar a Chii e quebra.

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Ao procurar ajuda do especialista Minoru Kokubunji, conhecido de Shinbo, percebesse que a história é muito mais profunda do que a convivência de um jovem com uma andróide burrinha, já que em análises feitas com outras Persocoms constatasse que ela possui um sistema de segurança ativado, podendo ser Chii um tipo especial de Persocom, uma Chobits.

Os personagens representam muito o estilo do Clamp, principalmente pelo alto grau de carisma que eles possuem. Alguns lembram outros personagens do grupo, Hideki o Toya de Sakura Card Captors e Kokubunji o Eriol, também da mesma obra, entre tantos outros, mas lembrar não os fazem iguais, tem muita originalidade em suas ações, o que me faz gostar mais dos trabalhos antigos do grupo.

A arte é muito boa, não há o que contestar, é o mais puro estilo do Clamp, o que rende páginas muito bonitas, bem diagramadas e sem exageros, sendo o despertar da Chii uma das cenas mais bonitas do volume.

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COMENTÁRIOS FINAIS

O relançamento de Chobits traz a oportunidade quem não pode acompanhar lá no início do atual mercado brasileiro de mangás de ter a obra na sua coleção, mas também é a oportunidade de quem não lê obras do tipo começar, não tenha receio de indicar ou dar de presente para alguém.

A edição da JBC segue a linha de relançamentos da editora, a qualidade material dele está boa, um bom papel – apesar de eu considerar ruim offset para mangás -, capa em cartão de alta gramatura, uma melhora em relação à publicação do início dos anos 2000. É perceptível que houve um novo trabalho com o texto, o que traz mudanças que podem incomodar quem leu a edição anterior. O uso da linguagem coloquial incomoda e causa estranheza. É um mangá que traz um protagonista jovem mas, por mais que jovens tenham o hábito de usar termos coloquiais ao falar, ver o uso de termos como “psôra” ou “trampo” em uma publicação não é legal. O uso da palavra “professora” não deixaria o texto formal ou a aplicação de aspas para mostrar o tom informal da fala poderia ser uma alternativa. Já a palavra “trampo” tem múltiplos significados, podendo significar tanto trabalho como armadilha, ardil, trapaça; o contexto do quadrinho traz o significado, porém a utilização da palavra trabalho deixaria o texto unificado para a maior quantidade de pessoas sem dar margens à dúvidas ou interpretações como, por exemplo, o marido que acontece na vida da professora e que gerou dúvida de interpretação de alguns leitores. A capa e a quarta capa estão muito bonitas, mas o conjunto das duas não ficou bom, foi como se tivessem juntados duas boas opções criadas em uma só.

Na linha de relançamentos da editora Chobits acredito que era um dos mais aguardados. A empolgação das pessoas no anúncio durante o Henshin+ demonstrou isso, mas certos pontos da nova edição podem incomodar, o que acontece em republicações de todas as editoras e em títulos queridos pelos leitores. Para quem não teve a oportunidade de colecionar a anterior, não deixe escapar.

Chobits21FICHA TÉCNICA

Chobits_capa


 Título: Chobits (ちょびっツ)
Autor: CLAMP
Editora: JBC
Total de volumes: 8 (concluído)
Periodicidade: Mensal
Valor: R$ 16,90


Pontos Positivos

  • Uma nova chance para quem não pode colecionar anteriormente;
  • Páginas coloridas;
  • A qualidade gráfica do material.

Pontos Negativos

  • Uso de linguagem coloquial;
  • Capa e quarta capa bonitas, mas que não combinam;

Nota Volume 1: ★★★★

Asevedo

Designer de formação, atualmente sou Assistente editorial da Panini Mangá. Acumulo mangás e HQ's, que espero conseguir ler um dia. Assisto animes de vez em nunca.

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  • Marco Antonio

    comprei mês passado li o primeiro volume , me apaixonei instantaneamente , fui atras de volumes on line , porem somente achei em português de Portugal , mesmo assim não desisti e li tudo . Consideração final , vale a pena a compra e a leitura , manga muito bom e um final que não deixou a desejar , e a historia tem um desenrolar muito bom

  • Dennis B. Kimura

    “Uso de linguagem coloquial”

    Cite pelo menos um mangá publicado no Brasil que não use disso em nenhum dos volumes. Valendo.

  • Não concordo com os pontos negativos^^. A contracapa ficou absolutamente demais. Você vê a capa e pensa: que bonita. Aí vê a contracapa: muito mais linda. Ela só seria melhor se as duas fossem espelhadas com a contracapa, mas isso faria perder a original, então ficou bom do jeito que está.

    Sobre o tom coloquial: a versão anterior também era!!!! Houve uma nova tradução sim: antes se dizia “sacanagem” agora se diz “pornô”, antes havia referência a Vídeo Girl, agora é a Doraemos, entre outras mudanças.

    Porém, não houve mudanças nessa questão de coloquialidade. Já existia ela na primeira versão. Não se usava “psora” pois essa gíria é bem recente, mas trampo já tinha. Então quem leu a versão antiga não tem como se incomodar e nem haveria o porquê de causar estranheza.

    • A questão do coloquial que esperava que fossem comentar era a do coloquial geral. Em sua maioria, os mangás usam de muito coloquialismo em diálogos, principalmente para facilitar a leitura ou para aproximar o leitor (eu pelo menos imagino isso). Nunca vi, pelo menos não em mangás que deixam de trazer uma narrativa mais séria e menos descontraída, um mangá sem usar de coloquialismo. Até Berserk, que acabei de terminar de ler o volume 6 agorinha, usa de coloquialismo aqui e acolá. Creio que o que ele está criticando é o que é chamado “variação linguística geográfica”. Pelo menos aqui onde vivo, nunca vi ninguém chamando a professora de “psôra”, mas de “fissora”, com certeza já vi. É errado ter essa variação? Sinceramente, não sei. Os dois são coloquiais da mesma maneira que outros discursos não-geográficos também são. Das duas, uma: ou tira-se todo e qualquer coloquialismo do mangá, ou mantém-se nos diálogos que usam de certa expressão coloquial (no japonês) a fim de criar uma leitura mais próxima do leitor. Eu posso não falar “psôra”, mas com certeza há quem fale. E, sinceramente, não acho que isso incomode tanto a leitura. Prefiro focar em erros sérios de escrita, acho que isso que incomoda na qualidade de texto de um mangá. E já encontrei vários nos mangás da JBC. Mas bem, isso sou só eu.

      • Micael Okamura

        Não me lembro se na versão anterior eles se referiram a professora como “psora”, só via um professora normal, queria entender porque então adicionaram “psora”.
        Não sou ninguém a criticar o uso de gírias e linguagem coloquial, vários mangás da JBC são assim, Fairy Tail que o diga com coisas do tipo a Virgo dizendo “Piriguete”, e eu enxergo isso como uma adaptação ao linguajar brasileiro atual. Aposto até que daqui a alguns anos vai ter mangá aqui com a risada sendo traduzido para “HUEHUEHUEHUE”.

  • Micael Okamura

    Eu tenho a coleção antiga, menos o volume 1 (que, óbvio, equivale a primeira metade do 1), tendo só do 2 ao 16. Me pergunto se vale a pena comprar o volume 1 sabendo que metade dele eu já tenho.
    Chobits eu fui assistir acho que em 2009 ou 2010, na vibe de Sakura Card Captors, e adorei. É um anime/mangá simples e divertido, que traz o tema sobre robôs de uma forma não muito complexa e de fácil entendimento, diferente de obras como “Eu,Robô” ou mesmo “Ghost in the Shell”, por exemplo. Com certeza foi um dos melhores ecchis que eu já assisti na minha vida, um dos meus animes favoritos, junto de Fullmetal Alchemist, Death Note, Mahouka, Kill la Kill, Fairy Tail… E muitos outros.
    Aproveitando essa vibe do retorno de Chobits, devo deixar minha opinião sobre uma comparação que houve recente, de CHOBITS com PLASTIC MEMORIES: Enquanto Chobits se foca em explorando todas as consequências de um robô substituir completamente um humano em relação a TUDO e sobre como seria se robôs pudessem amar e ser amados, Plastic Memories é sobre robôs que amam mas estão pra morrer. São diferenças básicas, claro, mas ambos tratam de robôs. Vi muita gente comentando que esperava ser um Chobits 2, um “novo Chobits”, e no fim se decepcionou. Concordo que o final deixou muito a desejar, mas acho que desde o início o foco não foi ser sobre os robôs em si só. Talvez a decepção maior não esteja que a história tinha muito mais a se desenvolver a cerca daquele mundo, mas sim de que ele não conseguiu surpreender ou ser um anime de drama como um Clannad ou Shigatsu, onde o drama da perda de alguém pesa muito, ou mesmo como o próprio Chobits, que, pelo menos no anime, você CHORA no final. Não vou ficar mais fazendo comparações aqui, até porque o foco aqui é outro, mas devo apenas encerrar dizendo que EU recomendo Chobits, e que quem não quiser gastar dinheiro, leia o mangá daquele amigo seu que comprou.
    No mais, encerro por aqui.

  • Em Belém essa nova versão simplesmente não chegou 😐 Pode? Já comuniquei a editora pelo Twitter que disse apenas que entraria em contato com a distribuidora. Por sinal, a distribuição dos mangás JBC em Belém está bastante irregular, o que é uma pena.

  • Bruna

    Eu comprei pelo nome CLAMP, não li a versão anterior, e nem vi o anime. Não me arrependi, leitura divertida, ri muito com o Hideki, ele é muito bundão, para não dizer outra palavra. A qualidade é boa, adora essas páginas branquinhas, tem cheirinho bom, sim eu cheiro os mangás 🙂 aposto que tem um povinho que cheira também Kkkkk
    Eu gostei do estilo da capa e da quarta capa 😉 eeee me incomodo com o tom coloquial de alguns mangás também. Nesse eu acho que poderia ser dispensado. Enfim, comprei pelo nome CLAMP sem conhecer a obra. Sem arrependimentos. É isso pessoal.

    • Pensava que só eu fazia isso … (cheirar os mangás), kkk.

  • raoni

    Podiam fazer com zetman tbm neh, apesar que ainda estou pensando fui na banca e o preço não corresponde a qualidade, mas penso em comprar uma edição estrangeira pelo mesmo preço e qualidade superior e ta faltando um relançamento de gummn

  • Nossa fiquei P da vida com esse negocio de psora, super ridículo!
    Chobits é um manga meio bipolar, ao mesmo tempo q ele puxa pro lado racional ele puxa pro irracional, expõem uma situação doentia q é a sociedade trocar pessoas por robôs de forma leve, Hideki tem boas reflexões sobre si mesmo e sobre Chi, o fim é um soco no estomago de otakus esquizofrênicos, mostrado q Chobits não é um shounen romântico meio echi como os outros, mostrando q Chi é o q é, é ela tem algo q “não pode fazer”, e não é uma boneca inflável robô, e mesmo assim Hideki a ama, mostrado q ele mentalmente sadio não é, e Chi pode fazer uma coisa se seu coração for partido; fico pensando se Hideki tem agora uma obrigação de ama-la para sempre se não ela faria o q ela “pode fazer’, e isso não se tornaria uma obrigação pra ele, eu fico me perguntando se não seria ótimo se Chi fisese o q ela “pode fazer” para q essa sociedade deixe de ser doentia.Super recomendo o manga já o anime é lixo, só tem beleza, Hideki é um idiota sem pensamentos mais profundos, tem capítulos fillers vergonhosos e o fim é sem noção alguma.

  • Clamp é sempre bom. 😛

    Infelizmente estou sem o meu, fiz a besteira de assinar ele pela JBC e até agora nem mesmo uma resposta, só sei que foi pago porque meu banco me avisa quando entra conta nova. O dois já nas bancas e eu não recebi nem o 1.

    Deixando isso de lado, pelo que tenho visto do mangá, a qualidade está muito boa, é aquele padrão “relançamento” da JBC que eu gosto muito, Kenshin é o meu favorito na minha coleção.

    Discordo sobre a questão da capa, achei elas lindas. E a lombada num perfil “básico” também me agradou muito. Sem dúvidas Chobits vai ser um dos meus “xodós” na coleção. 😀

    Visitem meu blog sobre os mangás publicados no Brasil:
    https://itadakimasuanimes.wordpress.com

    • sacode a poeira

      Quando assinei steins;gate também não recebi nenhuma confirmação nem nada, até cheguei a mandar diversos e-mails para eles, mas não houve retorno.Só soube que haviam confirmado o pedido quando o mangá chegou aqui em casa.

  • AF

    O nível de escrita e linguagem dos mangás no Brasil é abominável. Como se no Japão as pessoas se comunicassem com o arremedo de português que vigora hoje nas ruas do país… O letramento está muito ruim e ninguém reclama porque 1-Empresa no Brasil não escuta, 2-Tanto faz pra maioria que nem sabe falar direito e se orgulha disso, 3-Contratam qualquer boy “padrão bad scanlator” pra escrever os textos. Com tanta deturpação, todo dia, o leitor médio é um viciado em coisas escabrosas. :/

    • Mas me responde uma coisa, o que tem a ver como os japoneses falam se o mangá está sendo TRADUZIDO por português?

      Traduzir não é o ato de passar uma palavra de uma língua para outra, e sim fazer que uma frase faça sentido em duas línguas diferentes, e aqui no Brasil não falamos de forma formal.

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  • Daiana

    Otimo adorei é um dos melhores que ja vi ,so perde pra minha paixao de infancia a bela sakura card captor

  • Lizzie

    Comprei Chobits no mês que a primeira edição saiu nas bancas de jornal, sem sequer saber previamente que ia ser relançado. Confesso que fui instigada a adquirir o título pelo nome de peso da CLAMP e fui pega de surpresa pelo relançamento, porque não esperava poder adquirir esse mangá visto que alguns números da edição antiga são difíceis de encontrar.
    Como não li a primeira publicação, não posso fazer comparações, mas a linguagem coloquial me incomodou um pouco sim. Aqui onde vivo as pessoas realmente falam “psôra”, mas fui pega desprevenida pelo uso da palavra no mangá e estranhei bastante. Entendo que tenham tentado usar a linguagem coloquial para aproximar os leitores do mangá e do contexto do protagonista adolescente, mas pelo menos no meu caso, não senti que deu certo. Acho que textos tem que ser um pouco mais formais, gostaria que a linguagem coloquial fosse utilizada na dublagem, onde é mais necessária (estou cansada do português lento e certinho dos animês que vi na televisão, quebra totalmente o ritmo da história, na minha opinião).
    No mais, estou gostando bastante do relançamento de Chobits e como leitora nova, coloco expectativas para o final da história. Recomendo para quem estiver na dúvida sobre adquirir ou não a série, porque a arte é bonita e a história, pelo menos para mim, está bem envolvente. Seria bom se outros mangás da CLAMP também pudessem ser relançados, como X 1999 ou Tokyo Babylon. Ou Tsubasa e XXXHolic em versões maiores kkkkk. Depois de correr atrás dos várias numerinhos de Fullmetal Alchemist, seria bom colecionar mais mangás num tamanho razoável kkkk.
    Gostei do review e dos check-lists do site. Obrigada pelo trabalho duro, espero poder continuar contando com vocês no futuro para manter minhas coleções em dia 😀

  • Chobits é uma das melhores obras do grupo CLAMP, na minha opinião, ao lado de CardCaptor Sakura, xxxHolic e Tsubasa. A reedição da editora JBC vale muito a pena e mostra o excelente trabalho que ela vem fazendo de uns tempos para cá. O texto do blog está incrível, mas nota-se uma tentativa de parecer formal demais e carece, E MUITO, de uma revisão.

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