Baccano! ganhará uma nova adaptação em mangá

baccanoNova série estreia no outono japonês na Young GanGan.

Shinta Fujimoto, autor do mangá Red Raven, adaptará a série light novel de Baccano em um mangá que vai estrear na revista seinen Young GanGan – a mesma de Arakawa Under The Bridge, que será publicado no Brasil pela Panini. Ele fará a obra ao lado de Ryogo Narita, o autor original da série. A estreia está programada para o outono no Japão, mas sem uma data confirmada ainda.

Essa será a segunda adaptação de Baccano. A primeira aconteceu em 2007 e levou o nome de “Baccano! – 1931 The Grand Punk Railroad” e foi publicado na revista Dengeki Comic Gao!, da Mediaworks, sendo concluído com 2 volumes.

Em Baccano, cada uma das histórias da série envolve a intersecção de vários plots não relacionados e que cruzam uns aos outros, formando eventos espirais cada vez mais fora de controle. Alquimistas imortais, máfia, médicos clandestinos, e muitos outros elementos da ficção misturados em uma série de tirar o fôlego. Tudo começou há 300 anos em um barco onde os alquimistas convocaram o “demônio”, a fim de obter o método de imortalidade. O demônio deu ao alquimista o licor da imortalidade, a única maneira de morrer é compartilhar o caminho para produzir o licor. Mas na noite seguinte, um dos alquimistas começou a devorar seus companheiros. Para escapar da ameaça, os alquimistas se espalham por todo o mundo. Começa então os diversos capítulos que geram a “estúpida comoção” de Baccano!

Dih

Dih

Paulistano, 27 anos, corintiano e fissurado em cultura asiática e pop. Formado em Design Gráfico na FMU. Hoje é editor assistente da Panini Mangás e colecionador compulsivo de quadrinhos em geral.

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  • Se o cara vai trabalhar ao lado do autor original da série, pode estar pintando um ótimo mangá, que em teoria será fiel à obra original. Vamos aguardar.

  • Isabella

    Por um segundo li anime, mas um mangá ainda é uma boa coisa
    Baccano é sensacional..

  • JMB

    Quando vi a notícia pensei que seria a volta do anime (mas ao que parece isso é bem difícil 🙁 ). Espero que essa adaptação seja boa e fiel ao material ao original.

  • Odeio quando adaptações assim nascem, é uma oportunidade perfeita para as editoras apostarem nos mangás, e não nos livros. Espero que depois de Fate/Zero, mais livros “badalados” possam aparecer por aqui. Baccano é um pouco difícil, mas há outros como Kara no Kyoukai que poderiam vir. Quem sabe a JBC (Another é volume único também, então) traga o novel de All You Need Is Kill e comece a demonstrar um verdadeiro interesse no material original, e não em adaptação do mesmo.

    • @lucassm16, você não está exigindo demais não???
      Cara, paute-se pela seguinte premissa: qual a “obrigação” da JBC com livros quando ela é essencialmente uma editora de mangás??? O.o
      Se o material de origem de certas obras são livros e ela traz, ótimo para quem gosta e vai comprar. Mas se ela não traz, não dá para se exigir nada dela…
      E antes dela ser uma boa editora que também publica livros, acho muito melhor e mais interessante PRIMEIRO que ela seja uma ótima editora de mangás!

      • Obrigação? É… nenhuma mesmo. Gostaria que você me dissesse em que parte do texto eu obriguei a editora a só trazer os livros (por mim seria assim, mas sei que não rola). O que eu queria é que demonstrassem mais interesse em publicar o material original, que é algo que eu viso muito ter em mãos e, sabe, ler na minha língua nativa (coisa que raramente posso fazer na Internet com muitos títulos).

        Enfim, a JBC não é só uma editora de mangás, caso você não saiba. Não só ela já trouxe livros antes (Densha Ohtoko, Another Note, L Change the World) e, antes mesmo disse, tinha revistas (Made in Japan e Gambare!) e até mesmo jornal (Jornal Tudo Bem), ou seja, não só a definição dela como empresa (“A JBC é uma editora fruto e reflexo da união entre duas culturas. É a única do setor no Brasil a se dedicar exclusivamente à difusão da cultura japonesa por meio de seus produtos. Estamos chegando aos nossos 17 anos de história, o que ajuda a construir o papel de provedora de conteúdo, informação e tendências do Japão no Brasil” – retirado do site oficial da JBC), mas como as publicações anteriores nada independem ela de publicar livros, ou de até mesmo ter uma linha só para isso (que tal testar alguns títulos no Ink, por exemplo?).

        Enfim, realmente é ótimo pra quem gosta e vai comprar, mas já que você quer enfoque nos mangás, que tal… sei lá, quase 30 anúncios só em 2015? Hein?

        O meu ponto é: tá na hora de focar em outras áreas também. Eu quero ver ela investir em Novels e Light Novels sim, pois é um mercado que tá pequeníssimo se comparando com mangás.
        Claro, pra eles é interessante PRIMEIRO investir em mangás, mas ficar se ficar só nisso: a NewPOP está publicando Light Novels já e parece que continuará, e a Panini parece que finalmente colocou-as no radar.

        Ou seja, se eu não consigo mudar esse pensamento de só investir nos mangás, relaxa que a concorrência vai 🙂

        Aí você verá a “obrigação”.

      • Não disse que você obrigou a editora a nada, até porque, quem somos nós para obrigar uma editora a algo??? O.o
        Mas, quando você coloca uma frase como esta ” Quem sabe a JBC (Another é volume único também, então) traga o novel de All You Need Is Kill e comece a demonstrar um verdadeiro interesse no material original, e não em adaptação do mesmo.” o que me transparece é que você FALA como se ela fosse obrigada a lançar livros… simples. Entendeu agora?

        Não sei aonde eu disse que a JBC é um editora só de mangás, mas eu disse que ela é ESSENCIALMENTE de mangás. Isto impede que ela publique livros? Lógico que não. Afinal, uma editora é uma editora. Isto por si só já é um motivo.
        De resto, não vou me ater à discussão porque não é este o enfoque que eu queria dar em relação ao seu comentário.

      • lucassm16

        Eu digo isso porque é muito fácil ficar na área de conforto e pegar a adaptação em vez do material original. Tudo bem, lá nos EUA eles também fazem isso, mas, depois de um certo tempo, o Light Novel vem logo em seguida. E aqui? Enquanto estiverem lucrando com a versão em mangá, sabe quando vão querer arriscar em trazer os livros?

        N.U.N.C.A.

        E eu não os culpo, realmente é algo difícil de se fazer. A incerteza do lucro, o tamanho da edição, número de páginas, preço… tudo isso seria uma barreira. Só pra ter pensado em trazer Another deve ter sido uma decisão editorial daquelas. Se você for nas redes sociais da Henshin, verá o tamanho daquela “bíblia”.

        E só digo isso porque me parece que a Panini e a JBC vem evitando pegar o material em livro e optando pelo material em mangá mesmo, algo que pode ser vantajoso a eles, mas põe o público que prefere os livros (mesmo que seja menor) em situação de “pressão”. É como se dissessem: “você precisa comprar essa adaptação se um dia quiser ver o original por aqui!” e você se sentisse obrigado a apostar nisso, mesmo que seja algo incerto.

        Quando Another foi publicado? Quanto tempo demorou até o livro sair? Podemos contar com isso acontecendo com outros títulos interessantes, como All You Need Is Kill? (se há quem ache o filme diferente do mangá, então imagine quem descobrir que os dois são longos pontos de distância em comparação ao Light Novel). A resposta fica incerta, pois ainda não há um investimento forte e, principalmente, FIXO, nesse mercado. E quem quer poder gastar seu dinheirinho suado nos livros, provavelmente importa nesse meio tempo, porque já cansou de esperar (eu passo longe disso, não gosto de material importado).

        Torço muito, e muito mesmo, para que a Panini venha a trazer o Light Novel de Sword Art Online algum dia, pois as adaptações em mangás são bem inferiores (e algumas ruins – *tosse* Aincrad *tosse* – diga-se de passagem) e a JBC possa seguir eles trazendo algo do mesmo tipo de material e tão conhecido quanto, porque aí TALVEZ possamos ter alguns títulos mais “impossíveis” do que Fate/Zero. Porque por enquanto dá pra aguentar com a NewPOP, mas ela tem seus limites… Só consigo imaginar ela publicando títulos como Toradora, de 10 volumes, no máximo.

        No mais, não ignore o resto do meu comentário, ele é importante para entender porque espero um anúncio desse tipo em breve.

      • “não ignore o resto do meu comentário, ele é importante para entender porque espero um anúncio desse tipo em breve.” -> huahuahuahuahua, eu ri (sem ironia) deste seu, digamos, pedido. xD
        Não ignorei um pedaço do seu comentário de modo algum, apenas achei válido entrar no mérito da discussão, fique tranquilo. Mas então vamos lá…
        Mas meu caro @lucassm16, o ponto primordial desta discussão para mim, é que na minha humilde opinião, apesar do mercado estar sedimentado, ele é pequeno demais para que as editoras passem a apostar de maneira mais intensa neste segmento, pelo menos atualmente. Segundo elas mesmas em palestras no Friends e no Ressaca, tanto em 2014 como em 2015 (e se você não viu, sugiro assistir), o nosso mercado é um grão de areia perto do próprio mercado japa e do mercado norte-americano ou francês, portanto, é arriscado, ainda mais atualmente, no meio desta crise que estamos vivenciando, elas pegarem títulos e mais títulos e saírem colocando por aí.
        Para mim, o mercado já está inflado demais de mangás, e se começarem a inflar com mais produtos ligados a eles e elas não venderem o esperado, será difícil retornar com qualquer título de média expressão. Fora o fato delas mesmo dizerem que os leitores (e eu não me incluo no meio porque não sou leitor) não compram certas coisas que eles pedem, como no caso do shoujo, por exemplo, e que só querem comprar os títulos que eles querem.
        E como você disse, e elas mesmas replicaram isso (acho que até explícitamente), elas põem o público contra a parede, dizendo: “ah, vocês pedem shoujo, mas não compraram Tom Sawyer…”. Há vários argumentos usados por ambos os lados fazendo com que ambos estão corretos diante de seus pontos de vista, só que os colecionadores estão mais corretos na minha opinião. Eu peço Dragon Ball, aí me trazem Toriko e vêm me dizer que Toriko é um teste de mercado e blábláblá, para assim trazerem Dragon Ball depois e talz… Tudo bem elas fazerem os testes delas, só que assim como não é simples para as editoras trazerem um título, não é fácil para todo mundo ficar comprando TODOS os mangás que saem. Ontem eu vi um vídeo de um cara que tem TODOS os títulos da JBC, eu disse TODOS!!! Mesmo para alguém que ganhe bem, não deve ser algo tão fácil assim, e quantas pessoas, mesmo que quisessem ter todos os títulos somente da JBC, teriam condições de ter uma coleção tão grande e custosa como esta??? (isto sem contar ainda os bons/ótimos títulos das outras editoras)

        Logo, entendo seus pontos e acho válidos os seus argumentos em relação à criação de um mercado de novels japas pelas próprias editoras que já trazem mangás. Aliás, para elas é mais fácil do que outras editoras entrar de cabeça neste segmento. Apesar de para mim ter sido uma surpresa Battle Royale ter vindo pela “Bobo Livros”…xD
        Mas tem um ponto também pró-editoras que vale muito a pena ressaltar, que principalmente o Cassius(JBC) bate na tecla, que é o fato do brasileiro não gostar de ler. Ele dá vários exemplos disto, inclusive nas palestras supracitadas, e seria mais trágico se não fosse cômico…
        E muitos que talvez gostariam de ler, simplesmente NÃO SABEM ler. Alguns destes não querem aprender, outros não têm tempo, outros simplesmente já não têm paciência… Vários fatores levam a termos um país de NÃO-leitores. Mas com certeza o fato de não gostar de ler é o maior de todos para esta situação atual. E ainda tem um outro pormenor, que é um FATO totalmente verídico: muitos de nós que sabemos ler, temos de fato TEMPO para ler? Vejo professores meus abordarem isto em sala de aula de vez em quando, eles falam para nós alunos que devemos ler mais e talz, mas com toda a correria de quem trabalha 9 ou às vezes 10 horas por dia e ainda estuda, será que temos de fato tempo para ler?? Eu mesmo gostaria de ler mais, mas cadê tempo para ver um anime de vez em quando, ‘fansubbar’, trabalhar, estudar e estudar (sim, não se vai para a faculdade e estuda-se apenas lá, não é mesmo?), sair de vez em quando para se distrair e não pirar, e ainda LER pelo menos 2 livros por ano??? O.o
        Não há tempo hábil para fazer tudo isto, e ainda aparecem várias coisas (boas e/ou ruins) que comem mais um pouco do seu precioso tempo, e que você simplesmente não esperava, como no caso desta boa troca de ideias e opiniões aqui, por exemplo.
        Portanto, nada é tão fácil como parece em relação ao mercado de livros, tantos para nós, como principalmente para as editoras. Negócio é torcer para a NewPOP ir crescendo também neste mercado e se só ela estiver publicando este material, ótimo para ela! =)

      • lucassm16

        @sennaffogo

        Muito bom seu comentário. Sim eu já assisti à essas palestras e sei da situação do mercado. E concordo que é difícil trabalhar em um mercado como o brasileiro.

        No mais, concordo com muito do que foi dito. Mas ainda espero que possa ver uma linha voltada à publicação de novels algum dia. Só que, como você mesmo disse, isso depende de muitos fatores: dinheiro, educação, tempo para ler, disponibilidade…

        Acho que pode vir a um dia existir e é pelo que torço. E a única coisa que espero é que os investimentos atuais nessa área não sejam os últimos. Mesmo.

    • Micael Okamura

      lucassm16: Eu queria publicações de Light Novels por aqui, mas ainda tá cedo para fazer algo assim de longa escala, e atualmente a melhor indicada é a NewPop. Por outro lado, eu discordo de sua visão de que devem trazer só os livros, pois é graças aos mangás que os livros vendem, por isso apoio que tragam as adaptações. isso é um egoísmo da sua parte.

      • “Pois é graças aos mangás que os livros vendem”.
        É justamente disso que discordo. E pior: lançar o mangá antes dos livros pode prejudicar a venda dos mesmos caso sejam eventualmente lançados. Só ver a grande massa (em sua maioria, “escravos de banca”) que comprou o mangá de No Game No Life e fica enchendo o saco da NewPOP para o segundo volume, coisa que NEM EXISTE NO JAPÃO AINDA!

        Isso porque eles querem:
        – Ver o que acontece após o anime.
        – Ter a coleção completa da história.
        Coisas que só estão presente nos livros, que são respondidos com:
        “Não gosto de ler novels” – Este provavelmente só deve ler as figuras do mangá.
        “Eu quero ficar no mangá” – Pode ficar, mas se ele nunca tiver uma continuação ou finalizar na mesma parte em que a animação terminou (algumas adaptações fazem isso), não vem chorar, não.
        “Não tem em banca, não quero pagar frete” – Isso eu até entendo, mas há lojas especializadas físicas e lojas online com frete barato, não é como se faltasse tanta opção assim. Eu mesmo quando posso mando link para pelo menos umas 10 quando pedem em comentários do Facebook.

        E, cara, a melhor indicada pode ser a NewPOP, mas é justamente o que eu disse: ela vai dar conta por enquanto. Eventualmente haverão títulos que serão grandes demais para uma empresa pequena (em comparação as outras) como ela. Não acho que devam trazer só os livros, mas eu queria que demonstrassem interesse em criar um mercado para eles. Porque senão, talvez depois de um tempo, ele possa acabar voltando a se estagnar, coisa que me desanimaria profundamente.

        Eu torço para que Another dê o incentivo certo para a JBC ver que há mercado sim para isso, mas o número de pessoas que preferem uma reimpressão do mangá ou que já tem medo do preço (Battle Royale tem praticamente o mesmo número de páginas de Another e custa 50 reais, mesmo sendo de uma editora grande como a Globo Livros, quer o quê?) me deixam com um pé atrás nesta minha esperança…

      • Micael Okamura

        “É justamente disso que discordo. E pior: lançar o mangá antes dos livros pode prejudicar a venda dos mesmos caso sejam eventualmente lançados.” Discordo disso, pois se um cara gostou do mangá e do anime, ele eventualmente procurará a fonte original, a novel.O mangá ajuda a divulgar a novel, assim como o anime.
        Se o cara não gosta de ler novels, então ele que se ferre, pois ele eventualmente deveria saber que ler livros é algo indispensável.
        Acontece que eu concordo com o sennaffogo: Nosso mercado, se nem dos mangá ele trata direito, IMAGINA DAS NOVELS??? E só para comprovar o que falei, tem muita gente que não gostou da adaptação em novel de Madoka Magica que a NewPop publicou, devido a erros ortográficos e outros problemas.

      • Sim @lucassm16, também espero que este mercado cresça. Acho difícil crescer sem depender dos mangás e/ou animes, mas seria muito interessante se isto acontecesse. Mas mesmo que tenha esta dependência das outras mídias, no momento, se este mercado crescer já é algo para se comemorar, certo?
        E, “a única coisa que espero é que os investimentos atuais nessa área não sejam os últimos”, faço destas suas palavras as minhas! =)

        @Micael, verdade, este lance da NewPOP foi um ponto bem negativo para a editora. Numa das próprias palestras supracitadas, o Cassius alfinetou o Junior por conta disto. E eu estive CARA A CARA com o Junior no domingo passado no Aq. Anime Family e conversei por uns 20 minutos com ele. Ele é gente finíssima e eu dei maior apoio para ele continuar não só trazendo a NewPOP pelo menos nos 2 maiores eventos do RJ, assim como também ele VIR aqui conversar com a galera no estande. O nosso papo foi bem bacana, ele me contou (acho) que de maneira exclusiva sobre certas pretensões da editora (e acredito que foram exclusivas porque não vi nada divulgado por aí e acho que ele ainda realmente não divulgou tais PRETENSÕES por aí, por serem apenas pretensões), falou da experiência e gôsto de estar ali conversando com a galera, sobre reimpressão de certas edições dos títulos da editora, etc.. Inclusive eu falei com ele que no sábado eu havia deixado mais de 100,00 no estande, e que os descontos estavam bons. Finalmente comprei K-ON!. Espero que eles venham novamente em dezembro. Aliás, falando em dinheiro eu devo ter dado um pouco de sorte a ele, pois enquanto estávamos conversando, várias pessoas abordaram-no querendo comprar coisas do estande e pagar diretamente na mão dele achando que ele era o Caixa…kkkkk, foram cenas engraçadas.
        Mas, voltando ao assunto de Madoka, eu fiquei sabendo disto pela própria boca dele, pois não sabia de qual título se tratava. Realmente aconteceu este fato, mas parece que as coisas estão se resolvendo por lá. Vamos esperar que não haja mais nenhum erro tão grave assim, e torcer para que a NewPOP cresça. É uma editora que merece. =)

      • @sennaffogo

        De fato, o primeiro volume de No Game No Life também tem alguns problemas assim, mas o segundo possui uma revisão bem melhor trabalhada. De acordo com o que vi, K – Side Blue e No.6 #1 estão com um trabalho impecável na parte gráfica e um bom trabalho na parte de revisão de texto. Assim, qualidade eu acho que já não falta mais e acho que a NP vai tentar se esforçar daqui em diante pra tentar oferecer o melhor. Ou pelo menos eu espero, quero Fate/Zero no melhor estado possível, mesmo que seja uma versão em 6 volumes.

        @Micael Okamura

        Repito aqui o que disse na NewPOP na minha resposta ao outro comentário e ainda adiciono uma curiosidade: a NP é composta por poucos funcionários fixos, é uma empresa pequena. Erros assim eram de se esperar, mas eles melhoraram, e muito, recentemente. O volume 2 de No Game No Life veio sem nenhum erro gritante.
        E eu discordo quando você diz “que nem os mangás tratam direito”. Se for ver na NP, todos eles são em offset 90g e a maioria com capa interna colorida (não sei se todos têm), uns custando R$14 e outros custando R$12,90 (Loveless). As outras editoras também tem lá seus acertos e erros, mas não vejo um destrato tão grande na parte dos mangás. Talvez seja algo que não está perto de mercados estrangeiros, mas para o mercado nacional acho que a maioria dos produtos oferecidos são pelo menos aceitáveis em qualidade. De vez em quando alguns surpreendem (Planetes, por exemplo), alguns assustam pelo preço e pelo papel utilizado, mas acaba compensando na edição (Zetman, por exemplo) e outros simplesmente são criticados pelos mais diversos motivos (Wish é um caso recente e interessante).
        E digo mais: por mais que a revisão da NewPOP no começo tenha sido falha, a qualidade gráfica sempre me surpreendeu, principalmente no novel de No Game No Life. Quando consertaram essa parte falha, o produto simplesmente passou a valer cada centavo investido para mim. Não cheguei a pegar em um novel da JBC (isso porque não acho os de Death Note de maneira alguma e não tenho interesse em Densha Ohtoko), mas creio que não devem pecar também.

        “Se o cara não gosta de ler novels, então ele que se ferre, pois ele eventualmente deveria saber que ler livros é algo indispensável.”
        É exatamente o meu ponto, mas raramente vejo gente pulando do mangá para o novel ou vejo quem colecione os dois. Só hoje tive que ajudar duas pessoas a entenderem que NGNL é um livro, e não um mangá. E indiquei lojas para comprarem.
        O fato é: a maioria nem sabe que os livros existem e creem que toda adaptação tem, necessariamente, um mangá como base. E vejo lançar adaptações de novels em mangá não como uma forma de divulgá-las, mas sim como uma forma de acomodar o público a esse tipo de mídia (mais uma vez voltando no caso em como o mangá de NGNL prejudicou o novel, por exemplo).

        Não digo que seja algo ruim apostar na adaptação, mas não a vejo como uma forma de inspirar confiança em lançar os livros. Talvez dê para ter uma noção do publico consumidor, mas isso nada garante que eles comprarão os livros. E aí, bem… é onde voltamos para o meu argumento inicial: acaba sendo mais fácil publicar os mangás do que os livros. E quem quer ter os livros em mãos, acaba ficando querendo.

  • Micael Okamura

    Queria uma nova temporada de Baccano, podiam aproveitar que Durarara voltou com sua segunda temporada e trazer de volta o Baccano.
    Para quem não sabe, Baccano é uma light novel do mesmo autor de Durarara, tanto que o estilo de narrativa é semelhante, mas não totalmente igual. tem suas diferenças.
    Tanto que como podem ver pela sinopse, são várias histórias de vários personagens que não tem nada a ver um com outro, mas que acabam se interligando por um mero acaso. Lembraram de outro anime onde personagens distintos acabam se envolvendo, cada um com sua própria história, e formando um grande enredo? É, não tem como não notar.
    Tnato que tem um episódio de Durarara onde aparecem a Miria e o Isaac, não lembro qual que era, mas foi uma boa referência.
    Para quem gostou de Durarara, recomendo bastante o Baccano, é tão engraçado quanto, e tem vários personagens únicos que só o Ryogo Narita consegue fazer.

  • alquibenzeno

    Espero que essa nova adaptação ganhe uma versão animada. Porque o anime de Bacanno é muito bom, e merecia uma continuação. 😀

  • Keiko-chan

    Nuss, eu nem vi Baccano! Mas só pelo comecinho, com aquele dedinho saltitante deve ser muito sangrento!
    Mesmo assim, ainda preciso ver esse anime!

  • Helder

    Podiam por suporte ao Disqus nos comentários, né? Facilita tanto seguir a discussão.

  • Luís Cristiano

    Gostei de Another mas não compraria o livro, a Aleph tentou publicar All you need to kill e não conseguiu, apenas Marduck Scrumble, Bacanno!!! e Bakemonogatari se publicassem

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