Editorial Nanquim – O Primeiro Ano

editorial nanquim primeiro anoUma frase clichê, mas que todo dizem: como o tempo passou rápido!

Meu primeiro post foi sobre Heroine Shikkaku. Era um texto totalmente descompromissado sobre o mangá e na época só quis escrever para o ChuNan, porque o estado de êxtase falou mais alto. Acredito que seja um dos meus preferidos também. A história sobre ele é bem nostálgica – apesar de ter acontecido no ano passado – pois eu estava com uma vontade de falar sobre ele em qualquer lugar, inclusive havia dito para o Dih que escreveria no site se ele me deixasse e rolou o “por que não?”; admito que foi bem difícil no começo, jogamos basicamente uma tarde fora, o chefe me corrigindo e eu começando a ficar estressada, porque achava que isso deveria ser mais simples. Eu aprendi a ter senso crítico assim.

“- Você precisa falar de algo que não gosta, Miyuki.”
“- Mas eu gosto de tudo, Dih!”

Também aprendi que o importante mesmo é escrever tudo o que pensa sem pensar em uma ordem exata e descobri que não é só um “hobby”, hoje isso flui tão facilmente que fico chocada, porque consigo comparar o que já foi com o que é, e modéstia à parte, sei que melhorei muito.

Eu poderia falar quilômetros e mais quilômetros de palavras sobre o dia 12 do ano passado, mas preciso mesmo é falar sobre outras coisas. Sinceramente, não acompanhei o site desde o início e durante um bom tempo só pensava nele como “mais um”, mas é engraçado como ele se tornou importante. Sei que minha relação com ele é 8 ou 80 (aka “posts de mais, posts de menos”), porém espero mesmo que um dia possa dar a atenção que ele realmente merece e, claro, fazer o dono feliz com isso. Não só o dono, mas meus coleguinhas também, então… Sim, vou ser bem clichê e falar um pouco sobre eles. A seguir umas palavrinhas de vomitar arco-íris com as pessoas que tive mais “contato” nesse último ano:

Dih: Ah. O que fazer com esse cara? Tem dias que ele vira para mim e me promete dois, três posts, mas chega no dia e não tem nenhum. O que faço? Lasco o chicote mesmo! Brincadeiras a parte, o que eu mais gosto são dos textos “críticos” dele, ele sabe disso. Admiro o Dih mesmo antes do ChuNan e sempre soube que ele tinha as ideias no lugar, sensatas, e apesar de correr o risco de receber respostas negativas, ele nunca deixou de expressar seus pensamentos quanto ao site. Eu te admiro de verdade, viu?

Luk: O chefe #2. Parece que todos os posts que o Luk toca viram ouro. É bizarro. Talvez sejam as ideias para colunas, talvez seja o jeito de escrever, mas talvez seja simplesmente… O Luk. E, é, ok, não sei se deveria dizer isso, mas: Luk, adoro como você responde alguns comentários desse site (que nós sabemos que tem uns feedbacks terríveis) e de como seu senso de humor consegue ser fantástico até nisso. Também te admiro muito.

Otakismo: Quem nunca leu um post inteiro do Otakismo levanta a mão! \o/ Brincadeira, K (chamando assim, porque sim, ninguém precisa saber seu nome qq). Antes de conhecer o Otakismo eu tinha uma visão engraçada sobre ele; eu achava que ele era do tipo quieto, magrelo, que deveria se trancar no quarto e se você tentasse conversar com ele os assuntos seriam “cult demais para o seu Q.I”. Algo assim. Desculpa, K. O Otakismo é realmente muito inteligente, mas também é engraçado, consegue ter assuntos diversificados – mas acho que o assunto que ele mais deve gostar é japinhas, suspeito – e que eu acho que merece uma namoradinha kawaii desu, de preferência com os olhinhos puxados e que parece uma idol. Mais informações, só ir no Twitter dele: @AntonioLeeDesu. K, não me mata. Obrigada.

Yuckiemon: Querida, Yuckie. Eu te stalkeio no Facebook e no Instagram, acho que você deveria saber (inclusive esses dias achei uma página muito bacana graças a você, obrigada). Se fosse uma boa stalker manteria isso para mim, mas: não. Uma ótima estagiária, tão fofa quanto seus desenhos, sua personalidade deve ser daquelas apertáveis e de colocar no pontinho. Preciso te conhecer um dia. Um dia esse ano ainda, se for possível. (Obs: Só stalkeio aquelas pessoas que gostaria de ser amiga ou que admiro, bjs de luz.)

Vinicius: A primeira vez que encontrei com esse moço, ele nem olhou na minha cara. Eu achei que ele era do tipo antissocial, então relevei. Esse ano ele entrou para o ChuNan, começou a fazer mais posts decentes do que eu e o Dih juntos, mostrando uma eficiência absurda, indo em palestras e cobrindo eventos. Melhor estagiário. Se fossemos o McDonald’s, ele teria uma plaquinha de funcionário do ano – isso mesmo, do ano. E, meu conceito mudou muito sobre ele: o Vinicius fala demais. Mas é uma ótima pessoa, que gosta tanto de figures de Fate/Stay Night como eu gosto de sorvete de pudim.

senseikunshubetsumaVou falar que é destino mesmo, por favor, deixem eu me iludir. Hoje no Japão saiu uma edição da revista Bestuma com a capa de Sensei Kunshu – para quem não sabe, é o mangá atual da autora de Heroine Shikkaku – e essa edição traz um crossover entre os dois mangás: Heroine x Sensei. Hitsuzen? Eu acho que sim. E mais: dia 19 desse mês sai o filme de Heroine Shikkaku nos cinemas japoneses. Sei lá, setembro me adora.

E, para finalizar: feliz um ano de ChuNan para mim. Hoje comemorei com o Dih, mas é sempre bom comemorar com o “filho” também. Vou deixar “It’s the right time” aqui, porque escutei essa música enquanto escrevia esse post e… Quero acabar logo isso, já faz uma hora que estou escutando a canção. Enfim. Últimas palavras: o ChuNan  não é o mesmo de antes, isso é óbvio para todos, mas a essência não muda. E, se tudo der certo, tem muita coisa por vir ainda.


Nota do Editor: Nesse primeiro ano de Chuva de Nanquim a Miyuki me ajudou muito, em muitas coisas. E pra isso ela aceitou calada até mesmo comentários idiotas do tipo “isso aqui agora só tem shoujo” e coisas do tipo. Ela é muito esforçada, sempre se empenha em ter algo de conteúdo aqui e quando não acontece fica realmente irritada (eu que o diga). Confio muito nela e no que ela faz para o site. E confio que as coisas só tendem a melhorar com os “toques” dela. Obrigado por ser minha companheira aqui também.

Miyuki

Tão normal, nem parece otaku. A louca das webcomics. Segue o mantra de ler e assistir de tudo um pouco (menos o que for terror, por favor). Tem um vício novo a cada mês e surta horrores na conta pessoal no Twitter.

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