‘Innocent’, de Shinichi Sakamoto, será publicado no Brasil pela Panini

A revolução francesa por Shinichi Sakamoto.

A Editora Panini trouxe como um de seus anúncios no seu painel da CCXP, a COMIC CON EXPERIENCE, o mangá Innocent, de Shinichi Sakamoto.

O mangá foi publicado no Japão na revista Young Jump, da Shueisha, entre janeiro de 2013 e abril de 2015, com um total de 9 volumes. A sequência, Innocent Rouge, começou a ser publicada no mês seguinte, porém nas páginas da Grand Jump, e tem, até o momento, 6 volumes encadernados.

A editora não confirmou maiores detalhes da publicação, porém esperamos que venha em um belo formato para mostrar da melhor maneira a riquíssima arte do autor.

No século 18, buscando a “liberdade e igualdade”, começou o evento que se tornou o ponto de partida da sociedade moderna francesa, a Revolução Francesa. Havia mais um protagonista que vivia dentro da escuridão, Henry Charles Sanson. Ele era o chefe da quarta geração da família Sanson e o executor de Paris.

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Asevedo

Formado em design editorial e assistente editorial da Panini Mangás. Leio mangás e história em quadrinhos de diversos países. Assisto animes de forma esporádica. Sempre estou no Twitter.

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Há 8 comentários

      1. Avatar

        Olha só, a família do protagonista são os executores do Rei, então, são eles que matam todo mundo condenado a morte, e o mangá não te poupa em mostrar isso, tem uma execução que é um desmembramento que dura vários capítulos, e não é feito de um jeito que torna a violência tão artificial que você nem liga pra isso, como o cinema às vezes faz. É agonizante.

        São várias cenas assim, a própria família se trata de um jeito bem abusivo (o pai tortura o filho, só pq ele não quer ser um executor, por exemplo), e outras coisas. Pensa em uma estória sem alegria dentro dela, na MINHA OPINIÃO, “Innocent” é assim (só pra deixar claro nem tudo o que eu leio é alegre e com final feliz).

        Não vou falar que é um mangá ruim, pois não é mesmo!!! Além disso, mesmo achando tudo horrível eu não conseguia parar de ler, e a arte é maravilhosa, de encher os olhos.

        Sei lá, acho que depende do seu grau de tolerância pra tortura física.
        Desculpa não te fornecer uma análise profunda da obra, mas é como eu me sinto sobre “Innocent”. Se vc quiser ler alguns capítulos pra ver se gosta, vá em frente.

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