ChuNan! Top #19 – Animes baseados em brinquedos infantis no Brasil

BeyBladeHeaderProdutos que inspiraram animes e que viraram febre no Brasil.

Na última semana tivemos o dia das crianças por aqui. É sempre bom recordar coisas de nosso tempo e dizer que “No meu tempo era melhor” mesmo que isso seja somente saudosismo. O fato é que muitos que frequentam nosso site ou qualquer outro que tenha como foco animes e mangás acabaram  entrando nessa por algo que acompanhou na infância. O que muitos também devem se lembrar é que muitos desses animes tinham diversos produtos relacionados que era sonho de consumo da maioria de nós. Quem nunca quis comprar aqueles bonequinhos importados do Paraguai de Dragon Ball ou Cavaleiros?

Porém alguns se diferenciam nesse quesito. Alguns dos animes que se tornaram febre em nosso país acabaram surgindo primeiro em produtos e depois gerando suas séries animadas. E nesse ChuNan! Top você confere algumas séries que marcaram determinadas épocas com essa filosofia.

OBS: Não sei vocês, mas sempre me lamentei que Medabots não fossem reais.

zillionZillion
31 episódios
Estreia no Brasil: 1988
Exibido em: Globo e Gazeta

Zillion foi o primeiro que começou com a febre de animes que surgiram de produtos. Febre no final da década de 80 e começo de 90 no Brasil, a pistola Zillion era sonho de consumo da molecada. A Light Phaser era uma pistola que acompanhava o console Master System e possibilitava uma simulação de tiros eletrônicos. A coisa pra época era sensacional e quem tinha pirava na possibilidade de brincar com aquilo. Claro que a SEGA não perdeu tempo e junto com a Tatsunoko criou o anime Akai Koudan Zillion, em 1987. Em 1988 a série chegou ao Brasil na Rede Globo que exibia o anime de forma inconstante, como um tapa buracos nos programas infantis da Xuxa (é…) e mesmo assim caiu no gosto da pivetaiada. Essa exibição inconstante durou até o começo da década de 90 quando o anime mudou de casa e foi parar na TV Gazeta, onde foi exibido completo mas já sem muito destaque. Existe ainda um OVA que nunca foi exibido no Brasil. Me pergunto se nos dias de hoje a série faria sucesso. Provavelmente a 4Kids substituiria as armas laser por lança-discos.

digimonDigimon
Mais de 300 episódios no total em todas as temporadas
Estreia no Brasil: 2000
Exibido em: Globo, Rede TV, Fox Kids, Jetix e Disney XD

Apesar do anime de Digimon ser do ano de 2000, o sucesso da franquia vinha desde 1997 quando diversos brinquedos levando o nome da série já eram comercializados no Japão. A Bandai ao lado de um grupo de criadores que já haviam sido responsáveis pela criação dos famosos tamagotchis (lembram dos bichinhos virtuais?) criaram os Digimon. Considerado por muitos como “o grande rival de Pokémon”, Digimon não obteve os mesmos números da franquia da Nintendo mas mesmo assim atingiu uma enorme fanbase pelo mundo, mantendo-se sempre equilibrado em vendas e popularidade, com produtos sendo comercializados até os dias de hoje.

Pokémon sempre reinou no Brasil, principalmente no começo de sua exibição na Rede Record. A Globo se sentia incomodada com isso e queria alguma coisa forte para competir no ibope com os monstros de bolso. Surgia nos Estados Unidos a febre de mais um anime focado em monstrinhos e que vinha conquistando diversos fãs, batendo inclusive Pokémon por aquelas bandas quando o assunto era o anime. Então chegou a hora do anime ser distribuído no país e depois de um grande investimento da Globo a série começou a ser exibida diariamente no programa da nossa querida e amada Angélica – que fez questão de ter o privilégio de cantar a música de abertura nacional, já que a vergonha da Eliana cantando Pokémon não poderia ser única. Digimon foi um sucesso e na época chegava a bater de frente com Pokémon no ibope, que já estava em seu segundo ano e enfraquecido um pouco de audiência. 

Além da Globo, Digimon também foi exibido no canal pago Fox Kids e posteriormente no Jetix e Disney XD. Cinco temporadas foram exibidas por lá e também na Globo. A Rede TV chegou a exibir em 2011 a quarta temporada em sinal aberto mas sem grande repercussão. A sexta temporada está engavetada na Nickelodeon (isso mesmo) e até agora não tem previsão de estreia.

beybladeBeyBlade
Mais de 300 episódios em todas as temporadas
Estreia no Brasil: 2003
Exibido em: Globo, Jetix, Disney XD

Os animes de Digimon e Pokémon acabaram perdendo um pouco de força em território nacional. Pokémon já era usado como tapa buracos na Record e Digimon não tinha o mesmo impacto com suas temporadas seguintes. Mas tudo parecia salvo – ao menos comercialmente. A Takara – produtora de brinquedos japonesas de coisas como Transformers – resolveu revitalizar em pleno ano 2000 um clássico dos brinquedos: o pião. Você provavelmente nem chegou a brincar com um pião comum, mas com certeza já viu muitas BeyBlades girando por aí. O brinquedo virou uma febre não só no Japão mas no mundo inteiro em uma velocidade assustadora. Até campeonatos oficiais da bagaça começaram a ser divulgados por aí.

E claro que um anime era necessário. Em 2001 a MadHouse (olha aí, galera…) acabou puxando pra si a responsabilidade de produzir a animação de BeyBlade, que contou com 51 episódios. O anime rapidamente veio para o Brasil e teve seus 51 episódios exibidos em exaustão pela Rede Globo e também pelo Jetix. Estava escrito um fenômeno comercial entre as crianças. Tão fenômeno que BeyBlade foi uma das marcas mais comercializadas daquele ano. Depois de um tempo a marca perdeu força na rede aberta e acabou se fixando somente na TV a cabo. O Jetix exibiu as continuações da primeira temporada chamadas no ocidente de V-Force e GRevolution e os piões acabaram saindo um pouco de linha. Porém, misteriosamente, buscando revitalizar a marca a Takara tacou (foi boa, vai) mais um anime em 2010. A série chegou ao Brasil em 2011 com o nome de BeyBlade Metal Fusion e acendeu o mercado dos piões colecionáveis novamente com uma grande investida de marketing, mesmo se restringindo somente ao canal fechado Disney XD.

Foram 102 episódios exibidos e mais sua continuação – BeyBlade Metal Fury com mais 51 episódios. Hoje os brinquedos continuam entre os mais comercializados pelas lojas de brinquedos nacionais e o canal continua nas eternas reprises. Ainda existe mais uma série para ser exibida, por sinal: BeyBlade Shogun Steel. O anime já foi exibido em Portugal e não deve demorar para aterrissar por aqui. Enquanto isso, Let it Rip pra quem se divertiu e ainda se diverte com essas coisas engraçadas.

yu gi ohYu-Gi-Oh!
Mais de 500 episódios em todas as temporadas
Estreia no Brasil: 2002
Exibido em: Globo, Rede TV e Nickelodeon

BeyBlade rapidamente teve um sucessor nas manhãs da Globo. Os piões se foram e uma nova febre se instalou por aí: as cartas. No caso de Yugi e companhia temos uma história um pouquinho diferente. Criado originalmente em 1996 pelo mangaká Kazuki Takahashi, Yu-Gi-Oh! primeiro deu as caras na revista Shounen Jump e rapidamente se tornou um sucesso. A série misturava algo sobrenatural, suspense e batalhas que envolviam monstros que surgiam através de cartas, ao melhor estilo Magic. Em 1998 o mangá ganhou uma adaptação animada com apenas 27 episódios, mas não deslanchou. A Toei acabou adaptando somente a parte “sombria” do mangá e mesmo assim não da maneira mais eficaz (sabe como é, estilo Toei).

Então, em 1999 a Konami resolveu bancar aquilo que tornou a série um sucesso: o card game. Rapidamente ele se transformou em um dos games do estilo mais vendidos do país e logo sendo transferido mundo afora. O TCG de Pokémon, que era algo bem popular na época, acabou sendo deixado em segundo plano pelos então monstros da Konami. O estúdio Gallop (Eyeshield 21) resolveu apostar novamente na série como um anime e deu resultado. Em 2000 estreava o segundo anime de Yu-Gi-Oh que durou a bagatela de 224 episódios. A série desembarcou no Brasil em 2002 na Nickelodeon (onde já se tornava a principal atração do canal com inúmeras reprises) e posteriormente na rede Globo. Sucesso! Card Games, originais e piratas começaram a tomar conta de todo núcleo infanto juvenil que você possa imaginar e mesmo com um incidente de “esse anime é do demônio” de um apresentador famoso a série continuava a deslanchar.

Porém a Globo cansou. O marketing não era mais tão intenso assim e a série animada perdeu forças por aqui. Até mesmo a Nickelodeon enrolava para exibição de novos episódios e isso irritou os fãs. Aqueles que já conheciam a série se mantiveram no TCG e outros desistiram. Yu-Gi-Oh! ainda teve um filme exibido nos cinemas nacionais mas sem grande alvoroço, apenas em algumas salas. A Nick exibiu anos mais tarde sua continuação, Yu-Gi-Oh! GX e a Globo também tentou apostar na série, mas sem sucesso, sendo cancelado depois de alguns episódios. A Rede TV em 2010 retomou a transmissão de Yu-Gi-Oh! GX de onde a Globo havia parado mas também não teve muito retorno.

Hoje a série é lembrada em pequenos nichos que ainda jogam o TCG (que ainda vende no Brasil oficialmente, por sinal). Yu-Gi-Oh! 5D’s, o terceiro anime da franquia, será lançado no Brasil diretamente em DVD. Já Yu-Gi-Oh! Zexal nunca deve nem ao menos aparecer por essas bandas. Já no Japão, Cardfight Vanguard é considerada a nova febre da juventude (e que estranha não ter aparecido por aqui).

bakuganBakugan Battle Brawlers
Mais de 200 episódios em todas as temporadas
Estreia no Brasil: 2009
Exibido em: Globo e Cartoon Network

Depois de um longo tempo sem nada realmente explodir em território nacional, chegamos até a última grande febre comercial no Brasil, eu diria. Em 2006 a Sega Toys (não preciso falar que é a divisão de brinquedos da Sega) resolveu lançar em conjunto uma série que pudesse engatar uma nova linha de brinquedos. E assim como a Takara revitalizou os piões a Sega resolveu revitalizar um outro brinquedo antigo: bolinhas de gude. Mas bolinhas de gude que “cuspissem” monstros e que ainda contavam com Cards ao melhor estilo Super Trunfo. Enfim, era uma suruba de brinquedos em um único. Em um primeiro momento a coisa não deu muito certo no Japão, mas estourou no exterior, principalmente nos Estados Unidos. Tanto que o anime teve suas temporadas sucessoras sendo lançadas primeiro em território norte-americano do que no Japão.

Em 2008 a série chegou ao Brasil pelo Cartoon Network e em 2009 na Globo onde logo se destacou mais uma vez como uma das grandes séries comerciais dessa “nova era”. Os brinquedos também terminaram o ano como um dos mais vendidos no país e o anime durou durante muito tempo na programação do Cartoon Network. Já a Globo exibiu apenas a primeira temporada, com 51 episódios, no total das quatro (todas exibidas em rede fechada).

Provavelmente o público que acompanha o Chuva de Nanquim já era um pouco mais velho na época de Bakugan e por isso trata a série como um “lixo”. Bem, BeyBlade não é lá um exemplo de roteiro bem elaborado também. Conquistar o mundo com piões ou bolinhas de gude não parece ser algo muito natural, de qualquer forma.

pokemonPokémon
Mais de 800 episódios em todas as temporadas
Estreia no Brasil: 1999
Exibido em: Record, Globo, Rede TV, SBT, Cartoon Network, Toocast

Olha, é até difícil falar de Pokémon. Deixei a série para último mas se formos escrever cada detalhe dos produtos e animes lançados por aqui ficaremos em umas 5 mil palavras. Mas vamos ao básico: criado pela Nintendo e se tornando uma das franquias mais vitoriosas da história dos games, Pokémon é literalmente uma mina de ouro eterna, que se revitaliza a cada nova geração – e provavelmente essa seja o grande trunfo de Pokémon: manter os antigos e conquistar os novos. Enfim. Em 1997 a OLM começou a adaptar a franquia dos games para as telinhas e o imenso anime de Pokémon começava. E quando eu digo imenso é imenso mesmo: atualmente estamos com mais de 800 episódios transmitidos no Japão. E isso definitivamente não é pouca coisa. Isso sem falar nos 16 filmes, nos trocentos OVAs, histórias paralelas e outros.

Em 1999 o anime chegava ao Brasil pela Record e o sucesso foi imediato. Além dos produtos e brinquedos relacionados também começava a febre do Game Boy e seus games. Claro que a Record teve um tratamento intensivo com a série no quesito marketing. A Eliana cantava aquelas musiquinhas bizarras, o álbum musical foi comercializado oficialmente no Brasil, filmes no cinema, no mercado home video. Era Pokémon em todo lugar! Todo! Porém o tempo chega pra todo mundo e a série começou a perder espaço na Record, que praticamente ia limando a sua programação infantil já naquela época. O quarto filme dos bichinhos foi aos cinemas somente em 2005, três anos depois do terceiro, e longe do mesmo sucesso de seus anteriores. Enquanto isso o anime continuava a fazer parte da programação diária do Cartoon Network onde permaneceu por muitos e muitos anos com todos os seus episódios inéditos.

A Record exibiu tudo até a quarta temporada, quando a Globo (isso mesmo, a Globo) adquiriu os direitos da série da quinta temporada (Master Quest) e da sétima (sim, ela simplesmente pulou a sexta) em 2005. Depois a série entrou em hiato e só voltou anos depois, em 2008, na Rede TV. Lá tivemos a exibição da 12ª temporada e posteriormente a exibição desde o episódio 1! Porém devido a algumas brigas de direitos autorais a série acabou ficando “quebrada” no ar e alguns anos depois saiu novamente, ficando somente com o Cartoon Network – que já não exibia mais diariamente. Os filmes por sua vez foram “divididos” entre SBT, Globo, Record, Rede TV

Como podem ver a vida do anime de Pokémon não foi fácil por aqui. A série teve seu ápice, alguns picos de bons momentos mas acabou se tornando algo “dispensável” em nossa programação. Mesmo assim o fenômeno que a série como um todo causou foi incrível. Diversos produtos comercializados, uma grande “comoção” com os jogos da série e um fandom extremamente fiel. Ao lado de Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco é fácil falar que ela foi a produção mais famosa vinda do Japão para cá. Com ou sem saudosismos.

Dih

Dih

Paulistano, 27 anos, corintiano e fissurado em cultura asiática e pop. Formado em Design Gráfico na FMU. Hoje é editor assistente da Panini Mangás e colecionador compulsivo de quadrinhos em geral.

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  • Me deixe sonhar com o dia que verei Pretty Cure nessa lista, precisamos de um anime pra menininhas nessa turma :3 (apesar do anime ter sido criado pra vender brinquedos, mas funciona vice-versa também)

    • Aspoak

      Jah não basta Hantaro não ? auhsuahsuahsuahsau

      • HaMtaro é kodomo :T
        E mesmo que fosse shoujo, não vejo problemas em trazer esse tipo de conteúdo pra cá. Shoujos só não chegam em massa para o Brasil porque não trazem retorno comercial tão relevante como battle shounen e derivados. E não é pela falta de qualidade, visto que em países como França e Itália, os shoujos fazem mais sucesso.

    • Maira

      E Sakura CardCaptor tbm ^^

      • Flynn

        Verdade, o mercado carece de shoujos. Acho que só na “era de ouro” do Cartoon que chegaram alguns, mas nem tinha nenhuma graaande estratégia de marketing, nem nada. Pior que Pretty Cure parece ser TÃO simpático, podia ter uma chance aqui.

  • João Maia

    Eu ainda tenho deck’s de Yugi, tenho algumas beyblades dessa nova saga ai que passa na TV, e tenho deck’s de Pokemon tambem, além de ter curtido a ultima temporada de Digimon, minha infância tá intacta ainda hahaha

    • Ainda tenho meus cards também. E cheguei a colecionar alguns da fase GX, embora não gostasse muito da série.

      Ah, como eu odeio posts de nostalgia. Dá uma vontade de ver tudo de novo e eu não tenho tempo =(((

  • Arthur

    Digimon é só o luxo, to revendo junto do meu primo mais novo

  • Eternity74

    Queimei as minhas cartas de Yu-Gi-Oh por que falavam que eram demoníacas, e meu BeyBlade eram feitas de tampinhas de dertegente kkk

    • outro cara ai

      Eu acho q o detergente fez mais sucesso que as beyblades em si no Brasil, kkk. Serio msm. xD

    • Isabele

      As beyblades do meu irmão eram de tapa de dertegente

  • Edinan

    Ainda tenho um deck de Yu-Gi-Oh! que eu usava pra duelar com minhas primas na época e me lembro como se fosse hoje da minha primeira Beyblade, a Dranzer, que eu jogava com o meu primo que tinha a Dragon, e que na minha escola como a maioria não tinha dinheiro pra comprar uma (que era cara pra cacete na época), tampinhas de detergente viravam Beyblade. Realmente, quem não foi influenciado por essas franquias não teve uma infância completa. Bons tempos, Bons tempos 🙂

    • Isabele

      Yu-Gi-Oh! e beyblade foram os primeiros animes do meu irmão e ainda me lembro de quando eu duelava com ele

  • beyblade é obra de arte se comparar com bakugan

    aquelas lutinhas não fazem nenhum sentido, mas nenhum mesmo

    desenho mais WTF de todos os tempos

    diferente do yugioh da primeira temporada que as lutas não tinham “regras” mas tinham lógica

    bakugan é um monte de viagem com pontos que aumentam DO NADA

    • Eu gostava de Bakugan, na verdade, todos os meus colegas gostavam, e um amigo meu até comprou um jogo de Bakugan que a gente jogava todo dia, não sei pra que tanto ódio, do mesmo jeito, também gostava de BleyBlade e Pokemon, nunca cheguei a ver Digimon nem Zilion, então não sei como é, sobrou Yu Gi Oh que é uma coisa que eu gostava, mas não tinha nenhuma carta, então quando meus colegas traziam as cartas eu ficava super feliz e jogava junto, mesmo não sabendo muito sobre isso.

  • Não era nem nascido na época de Zillion e na época de Bakugan eu ja estava “velho” demais, mas tenho ótimas lembranças dos outros, sempre fui colecionador assíduo de tudo que eu me tornava fã; tenho diversos bonequinhos do digimon, sempre ia com meus pais comprar e meu objetivo era ter todos os digiescolhidos e seus respectivos monstrinhos (meu sonho de consumo é ter a angewomon), a primeira VHS só minha foi aquela com a coletaneo dos filmes do digimon; em relação a yu-gi-oh, eu esbanjo cartas “piratas”, a coisa mais comum era ir na lojinha de presentes perto da casa da minha avó e sempre comprar os decks novos que chegavam, e jogava sem usar as regras ainda; alias, lembro até hj do dia em que fui ver o filme no cinema, foi uma experiência mto boa xD; beyblade eu tentava sempre ter as maiores, mais bonitas, ficava direto indo nas lojas ver se haviam mais que correspondessem as minhas expectativas (só via msm, pq haja grana pra td aquilo); agr pokémon, na época em que estourou aqui, eu não era aquele fã, simplesmente gostava, comprava alguns bonequinhos, algumas revistas e só, mas quando o anime retornou em 2008, esse era o assunto que não saia da minha cabeça, eu vivia pokémon, zerei todos os jogos na época, gravei em VHS (isso msm, VHS) a maioria dos eps exibidos pela redeTV, baixava os eps em .wmv e os filmes, ovas, etc na minha net discada, alem de começar a correr atras de revistas com matérias sobre a série e antigas VHS oficiais lançadas no início da década de 2000, lembranças mto boas… alias, pelo que me lembro, a redeTV começou a exibição desde o 1º ep, não pela 12ª temp xD o comentario ficou longo msm, mas sempre é bom lembrar do tempo que não volta mais

  • Tive todos, bons tempos de quando as pessoas saíam por aí jogando Yu-Gi-Oh ao invés de jogar UNO por skype l:

    Pokémon até hoje jogo, pena que são poucos os jogadores de TCD (ao menos da minha cidade)

    Beyblade foi só uma tempo, confesso que a moda não se encaixou tanto, mas até que deu pra entreter um pouco.

  • Nunca assisti Yu-Gi-Oh!(se estreou aqui no Brasil em 2002, então eu estava com um ano..) E Yu-Gi-Oh! GX eu assisti na Globo, e eu estava gostando mesmo do anime, até que, de um dia pro outro, GX sumiu da Tv Globinho, aí poxa, chateada..

  • Bauses

    Zillion: Nunca ouvi falar…

    Digimon: A melhor entre as series citadas. A primeira e a terceira temporadas são as melhores, indiscutivelmente. Digimon>>>>>>>>>>> Pokemon. Porra, em Digimon pelo menos você tem um enredo…

    BeyBlade: Assisti e já brinquei de luta com uma BleyBlade “de verdade”. Uma coisa que me incomoda até hoje é como diabos eles conseguiam controlar aqueles peões super desenvolvidos de modo que eles faziam curvas, pulavam e até voavam…

    Yu Gi Oh: Outro épico.(Digimon é épico.. me julgem..) As estratégias no começo da serie pareciam loucuras até mesmo para quem tinha um conhecimento básico das regras oficiais, mas era divertido. A melhor saga foi a Batalha da Cidade, com os Deuses egípcios épicos. Bons personagens e estratégias mirabolantes fazem de Yu Gi Oh um anime assistível até hoje! Eu gostei das continuações e pretendo acabar de assistir-las algum dia…

    Bakugan Battle Brawlers: Ahh.. não!

    Pokemon: “Os 150 primeiros eram melhores” pq de fato, ERAM melhores MESMO. E SÃO até hoje. É só ver os gamesplay no Youtube do jogo mais novo de Pokemon (Pokemon XY) e comparar aqueles três pokemons iniciais para se escolher no começo do jogo com os três iniciais clássicos. Sério… sem comparação que os clássicos são BEMMM mais trabalhados… Não que eu me importe, ignorei completamente os games e a animação deixei de acompanhar quando vi que os Pokemons estavam viajados D++++..

    “No meu tempo, era melhor…” rsrsrs

  • Yachiru

    Senti um pouco de nostalgia ao ver esse post xD
    Desses daí, o único que não consegui gostar foi Bakugan (E Zillion não conheço). Mas o resto fez parte da minha infância, principalmente pokemon D:

    PS: Não me fale daquelas músicas bizarras da Eliana nom ahsuahsuahsuahsuahsua
    “Amarelinho, tão bonitinho, ele é fofinho, o nome dele é Pikachu!
    Não sabe nada, mas sabe tudo, ele é sortudo, o nome dele é Pikachu!”
    #Morri

  • Muito legal o post, Dih.
    Bem que poderia fazer um Top com os animes que mais foram censurados aqui no Brasil, como One Piece… ODEIO CENSURA!
    Ah, Pokémon é vida, infância!

    • Nekomimi

      E depois dizem que a censura acabou, depois da Constituição de 1988.
      A Constituição proibiu a censura, mas parece que nem mesmo as autoridades respeitam a Constituição…Que país é esse?
      A propósito, se ler o meu comentário abaixo, vai saber quem está por trás da censura aos animes no Brasil.

  • Felipe Polido

    Saudades de um tempo que não volta mais… ainda conservo cartas de Yu-Gi-Oh! piratas e vários bonecos de Digimons e Pokémons. Beyblade nunca tive dinheiro pra comprar e Zillion não é do meu tempo. Quanto a Bakugan, não gosto do anime, eu assistia, mas não era fã… acho que o que influenciou um pouco eu não ter gostado, foi ele ter estreado após Yu-Gi-Oh! GX, e ser muito parecido com o mesmo (o Daniel é igual o Jaden/Judai, o Marucho é igual o Sho/Syrus) e com Digimon, mas nem de longe poder ser comparado com os outros 2.

    Ainda conservo a esperança de que algum dia os animes voltem a passar na TV aberta brasileira (tipo, não tínhamos quase nenhum anime no passado, mas então veio Cavaleiros do Zodíaco e foi aquele “Boom”). Acho que o que precisamos agora pra salvar o mercado de animes no Brasil é um novo Cavaleiros do Zodíaco ou Dragon Ball, enfim, uma nova febre, que mostre pras redes de televisão que anime ainda dá audiência.

    • Nekomimi

      “Ainda conservo a esperança de que algum dia os animes voltem a passar na TV aberta brasileira (tipo, não tínhamos quase nenhum anime no passado, mas então veio Cavaleiros do Zodíaco e foi aquele “Boom”). Acho que o que precisamos agora pra salvar o mercado de animes no Brasil é um novo Cavaleiros do Zodíaco ou Dragon Ball, enfim, uma nova febre, que mostre pras redes de televisão que anime ainda dá audiência.”
      Caro Felipe:
      Enquanto não cortarem o mal pela raiz (leia o meu comentário abaixo que você vai entender de que “mal” eu estou falando), suas esperanças (e a de outros fãs) será apenhas algo em vão. Ou seja, apenas um sonho irrealizável.

  • Papult

    Bem legal a matéria,bem nostalgica.

    E galera do ChuNan, parece que estão rolando boatos que a Nova Sampa ira publicar Vagabond algm confirma algo?

  • Digimon, Beyblade, Yu-Gi-Oh! e Pokémo…

    Bons tempos..

    Bakugan = LIXO, rsrs

  • em portugues ñ tem mas eu ja vi lojas vendendo Cardfight Vanguard e conheço uma galera que joga, parece ser um jogo bem divertido

  • Magadascar

    Estão reclamando da falta de representação de shoujo, ou animes para meninas. Mas notei que consta Pokémon na lista, e que portanto a parcela feminina está devidamente representada.

  • Cristian

    Vi vários desses aí. O mais emocionante foi Yu-Gi-Oh, sem dúvidas. Digimon também foi muito emocionante, mas não tanto quanto yugi.
    Beyblade foi uma das febres da minha infância. Eu tinha um monte de tampinhas de detergente (*0*), e posteriormente consegui uma beyblade de verdade. Era muito divertido.
    Já Pokémon, nem se fala. O anime me fez gostar dos jogos (ou melhor, viciar). Joguei muito pokémon yellow por causa do anime.

  • É realmente nostálgico ver tantos animes que fizeram parte da nossa infância! Eu nunca tinha parado para analisar que eles foram lançados tão perto um do outro, exceto Digimon vs Pokémon!xD Adoro e compro produtos de pokémon para minha sobrinha sempre que posso! Só uma coisa me incomoda: a tv aberta brasileira deixou totalmente os animês de lado. A programação infantil como um todo está em declínio; o que eles querem? que as crianças se divirtam assistindo novelas?! Prefiro aquele desenho do demonhô!xD

    • Nekomimi

      Erick:
      Leia o meu comentário abaixo para entender o porque a situação dos animes na TV aberta chegou a esse ponto.

  • Nekomimi

    Os animes deixaram as telinhas da TV aberta brasileira, por causa de quem?
    Resposta: das ONGs de proteção à iinfância e adolescência que de tanto cismarem com os animes (e demais produções animadas na TV) e de tanto pressionarem pela retirada das séries, alegando motivos que vão desde o incentivo ao consumismo infanto-juvenil até o conteúdo violento, sexual ou inadequado das séries.
    Se não fossem essas ONGs e seu patrulhamento ideológico (principalmente na TV aberta),a situação seria bem diferente da atual.
    Agora não adianta mais reclamar. Deixaram essas ONGs de merda fazerem o que quiseram, e o resultado está aí, para todo mundo ver.
    Parabéns, malditas ONGs de proteção à criança e ao adolescente, por terem conseguido estragar a programação da TV aberta! Vocês conseguiram destruir em pouco tempo o que levou anos e anos para ser construído. E por causa disso, a situação dos animes na TV aberta (e talvez também na TV por assinatura) está essa merda aí.
    (In)feliz Dia das Crianças!
    P.S.: Se vocês, fãs de animes, querem fazer alguma coisa a respeito, é simples:
    NÃO DÊEM DINHEIRO OU QUALQUER OUTRO TIPO DE DOAÇÃO OU AJUDA (SEJA FINANCEIRA, MATERIAL, ETC.) A ESSAS ONGS DE MERDA!
    E passe essa dica para todos os seus amigos, colegas, conhecidos, parentes, familiares, etc. Vamos fazer com que essas malditas ONGs que acabaram com as animações (japonesas ou não) na TV aberta fechem as portas no Brasil por falta de verba e de voluntários. Porque infelizmente, só assim acabamos com o que levou a programação televisiva brasileira a essa situação atual. Infelizmente, não dá para ser bonzinho com esse tipo de ONGs.
    É isso aí!!!

    • E aí Nekomini, tudo bem? Obrigado por ler meu post e mostrar sua opinião.
      Eu penso que se a tv brasileira passasse animes os mangás poderiam baixar de preço, por causa do aumento das vendas destes e de produtos autorizados. Animês como Kekkaishi fariam a cabeça da garotada e no final até o otaku mais chato ficaria agradecido, uma vez que Kekkaishi parece estar mal das pernas aqui no Brasil (por favor, comprem, eu leio e recomendo muito xD).
      Agora, de que ongs está falando? Fica difícil saber quais são, para mim parecia mais a ação de pais reacionários e ultra-religiosos. (não quero suscitar nenhuma briga por causa de religião, por favor)
      Seria legal também se canais com uma grade horária mais ‘fraca’ começasse a colocar animês fora do horário infantil, talvez atrairia um público mais diversificado.

      • Nekomimi

        Você não leu o meu texto? Senão, teria percebido que as MALDITAS ONGs a que me refiro são AQUELAS ONGs VOLTADAS À PROTEÇÃO E AJUDA À CRIANÇAS E ADOLESCENTES (não digo aqui os nomes delas, porque: 1º: não me dou ao trabalho de guardar o nome de todas elas na minha memória e 2º : não estou a fim de me estressar, pois só de lembrar delas – e do estrago que elas fizeram na porgramação televisiva dos canais abertoes e até mesmo nos canais de assinatura – já é mais do que o suficiente para me deixar puto da vida.
        Enfim, como eu disse no meu texto acima, aqueles que reclamam de não haver mais animes na TV aberta deveriam deixar de subsidiar tais ONGs. Nenhuma ajuda, financeira, material, nem sequer trabalhar como voluntário nesse tipo de instituição.
        É isso o que essas malditas ONGs merecem!!!

    • Isabele

      A igreja também tem culpa nisso. Por isso sou ateia

  • Faltou um de carrinhos de controle remoto

  • Gustavo

    Digimon Mais de 300???ONDE????Não tem nem 200 direito…

    • Dih

      Unindo todas as temporadas, Digimon tem sim mais de 300 episódios, amigo.

  • Isabele

    Ainda lembro da época que assitia Pokemon na Record e vi Digimon e Sakura card carptors na globo. Eu tinha até as fitas VHS de Pokemon e Digimon originais. Yu-Gi-Oh! e beyblade foram os primeiros animes que o meu irmão viu e eu assistia também e até duelava com ele.
    Sofri muito preconceito por gostar animes shounens , mas nem ligo pra esse povo. Já bakugan é um lixo completo.

  • bruno cezar

    ainda tenho beyblades metal fusion,metal masters e metal fury e ainda tenho uns bakugans,e 2 gi (gudalian invanders)(avior e uma hidra com 7 cabeças do atributo pyrus)bakugan er amuito mais barato,cerca de uns 26 reais e beyblade cerca de uns 50 a 60 reais,mas tenho mais beyblade pq era mais épico,a lightning l drago,a pegasus, bakugan só se transformava,mas beyblade lutava e é por isso que era superior e tenho um canal no youtube de beyblade e a outras coisas,que tem muito video de beyblade das que eu comprava e fazia luta em video desde 2011 a 2014,a l drago da serielegends é de 2015 então foi a ultima,tipo,ele pegaramas iniciais de 2011 que ,por exemplo a lighnting l drago 100 hf que em 2011 desapareceu de tanto vendida,depois de muito tempo voltou em uma nova caixa e com o peso leve,como o nome de beyblade legends era 30 reais,ao invés de 50 reais,continuando falando sobre o canal,tem revisão e outras coisas,ultimamente estou fazendo video de hot wheels,apresentando os carrinhos fazendo uma revisão como com as beyblades que até pra falar é melhor e desde que consegui um tripé em 2014,o nome do meu canal é “hotwheelsklm” e até hoje tenho as beyblades,não perdi nenhuma,lembro me de 2012 a 2013 era viciado nos eps de beyblade 4d em japonês,quando na época era beyblade metal masters no brasil,e depois em 2014 teve beyblade zero g que virou beyblade shogun steel,mas não tem eps em portugues,a maioria em japones,ainda bem,porque se usassem aquela abertura
    “beyblade beybalde let it rip,lutar é o que eu quero,lá vem mais um duelo”
    como usaram em metal fusion metal masters e metal fury,sendo que a abertura japonesa era diferente para as outras 2 sagas,e a dublagem do ryuga e do gingka que no brasil ficou ginga(tipo como fala na capoeira)
    ficou muito retardado,preferia versão em japonês