Music Monday: Dragon Ball Super – Genkai Toppa × Survivor

I can’t get no satisfaction!

Eu fiz um review para o filme A Batalha dos Deuses lá no comecinho de 2014 não muito positivo. Não tinha gostado muito da história, do vilão Bills e o humor não tinha me feito rir, mas a animação tinha mostrado que ainda havia demanda para novas histórias dos guerreiros Z e tinha me deixado na expectativa de ver mais sobre as outras realidades alternativas em outros longas animados.

Superando todas as apostas a Toei anunciou que uma nova série de Dragon Ball, agora chamada de Super, sairia e eu entrei em parafuso de tanta empolgação… até que vi os episódios. Eu confesso que achei uma ótima ideia eles refazerem a saga da Batalha dos Deuses, era uma oportunidade de corrigir todos os erros cometidos e listados pela maioria dos fãs. Mas o que eu vi foi uma versão mais enrolada, com uma animação péssima e que só piorava o roteiro fraco do filme. Na minha opinião, nada melhora nos arcos seguintes! Temos a fase do torneio valendo as Super Dragon Balls e o Freeza dourado, que pra mim é uma das piores desculpinhas para retornar o vilão ao nível alto de poder.

É engraçado que eu parei para ler essa minha crítica do primeiro filme dessa nova fase e basicamente eu poderia apenas editar um pouco e transformar todo aquele testo para uma à Dragon Ball Super:

  • Brincamos que na verdade é um grande material para fãs matarem a saudade.
  • Bom, temos as lutas que não  são realmente empolgantes, sendo que apenas uma é dignamente boa.
  • Goku não está preocupado com o resultado final, apenas com seu poder. Já Bills luta por diversão. Se você espera também alguma transformação incrível em “Deus” de Goku, pode parar por aí. Com uma aparência totalmente “sem graça”, tudo que vemos é uma paleta de cor diferente no cabelo e uma aparência mais esbelte.
  • Com elementos atrativos para os fãs clássicos da série e com uma comédia característica da série, o filme é um bom prato de recordação para os veteranos de batalhas, e um bom prato de apresentação para as crianças que não conhecem perfeitamente a história de Goku – imagino que uma criança de 10 anos pirou com um filme assim.

Basicamente esses são os meus maiores problemas com a série nesse início – talvez incluiria problemas na animação que não tinham no filme como aquela cena viral do Goku SSJ3 contra o Bills que acabou sendo um desastre. Ou erros básicos como o Vegeta aparecendo com duas mãos esquerdas. Nada me empolgava, mas lá estava eu ainda assistindo apesar de tudo. O anime realmente melhora um pouquinho da saga do Goku Black, mas o roteiro é recheado de Deus Ex Machinas onde poderes são tirados do nada para resolver alguns problemas. Além de um final broxante que deixou um gosto tão amargo na boca, talvez pior que qualquer coisa que Dragon Ball GT tenha feito. Só que um novo arco de Torneio voltou a aparecer e  junto com ele uma nova abertura que animou a grande maioria dos fãs.

A paz no universo está prestes a acabar após Bills, o Deus da Destruição, acordar de um “cochilo” de apenas 39 anos. Bills teve uma premonição através de um sonho que falava sobre um possível rival que consiga lutar igual para igual com ele e apenas um nome rondava em sua cabeça: Deus Super Saiyajin. Ao lado de seu companheiro Whis, Bills resolve ir em busca de seu possível adversário e entender seu sonho. Os únicos que podem conhecer esse tal Deus Super Saiyajin são os Sayajins sobreviventes do Planeta Vegeta. Claro que estamos falando de Goku e Vegeta, que são os alvos de Bills nessa respectiva ordem. Mas enquanto isso, na Terra, a festa de aniversário da Bulma reuniu todos os guerreiros Z na corporação Cápsula. Vegeta segue treinando isolado em busca de uma forma perfeita e Goku está no planeta do senhor Kaioh fazendo o mesmo. Qual será a impressão de todos com a chegada do Deus?

A Saga do Torneio do Poder não é um dos pilares de criatividade Japonesas, afinal de contas um torneio em Dragon ball é só mais uma sexta-feira; mas o enredo do anime tem dado pitacos interessantes e um pouco diferentes que me fazem pensar que esse talvez seja o primeiro arco de Super que eu realmente ache bom. O Goku tem uma leve pegada de vilão – ele decide pedir ao Zen’oh um torneio para que ele pudesse enfrentar pessoas poderosas. Nisso, todos os universos sofrem perigo de serem completamente apagados, então podemos listar o Goku como um dos responsáveis pelo maior genocídio em massa dos animes. Ainda dentro da saga temos varias coisinhas que conseguem aquecer meu coração de pedra. Personagens como a Kale que basicamente serve como uma referência viva ao Brolly, a química entre o 17 e a 18, algumas lutas no estilo do primeiro Dragon Ball onde estratégia é um fator mais importante que poder de luta.

A abertura cantada por Kiyoshi Hikawa segue bem os padrões que já estamos acostumados. Acho que nenhuma música de Dragon Ball é ruim. Contando com uma animação bem maneira e que consegue retratar bem sobre o roteiro, esta acaba deixando os fãs no hype para conhecer aqueles novos personagens e a nova transformação do Goku.

Lembrando que Dragon Ball Super estreiou no Cartoon Network no dia e está passando novos episódios de segunda a sábado as 23 horas!

Vejam por sua conta em risco, pelo menos a abertura ta bem traduzida.

Luk

Luk

Eu juro que gosto de animes, apesar de todo o meu haterismo.

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